Dia desses tava tudo errado. Deliciosamente errado. Quando vi, tinha ganhado novo pensar vagante. Daqueles que já tive e perdi várias vezes. Mas, principalmente, daqueles que eu adorava não fazer questão porque tava ocupada desocupando a mente, apinhando os dias e frequentando as camas. E foi fácil me deixar errar assim. A cada sábado e domingo. Foi indo, foi indo, foi vindo. A estrada nem cansava, porque tinha o cansar arfante que eu queria durante a breve estadia. Tinha muita risada e ranzinzice. E tinha a porcaria do bolinho de chuva que nunca comi. E aí eu errei. Acho que porque eu nem sei errar direito. Perguntei se tava errada. Não, beibe. Mas a resposta mesmo, certa ou errada, não sei até agora. O certo é que o acerto vai se acertando, se ajeitando. E certos e errados voltam a se ajeitar nas minhas coxas erradamente grossas porque esse é o meu certo. Mas, no fundo, pra mim – ainda – tá tudo errado.
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