Tag: poesia
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Perdas e danos
~me disseram que você estava chorando~ claro que estava feliz olhos brilhantes quase ~vi~ mas ~me disseram~ e por isso eu chorei e morri mais uma vez no processo de destruir o meu ideal de nós dois perdi o seu ideal de nós dois perdi
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O começo de todo o sempre
Eu tinha tanto medo Andava tão cansada de brincar por aqui e ali Minhas razões nunca foram claras, para mim. Resolvi arriscar. Decidi me sentir desacorrentada de tudo das razões, das ações, dos julgamentos Precisava de uma consideração sua… Precisava desta certeza! Precisava de uma razão para me sentir uma mulher Precisava de uma razão
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Estrela Dalva
Dalva Maria Simas do Couto 08/06/1943 – 27/11/2011 Saudades A doçura que se expandia de seus lábios a fez estimada por todos aqueles que a cercavam. Deus é testemunha da estima e do afeto que devotava aos seus e aos que dela se aproximassem. Jamais será esquecida. É digna da paz celestial pela afeição que
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Me mudei. De novo. Ou Cortinas de Lumiére.
E ainda não tenho cortinas. Janelas grandes, e a iluminação exterior que enche de amarelo o quarto recém habitado. Soubesse eu fazer poesia, faria. Não sabendo, pedi. E A.B. atendeu. Compreendendo, como sempre, mais do que eu mesma. Cortinas de Lumiére Se saudade fossesólida como paredea luz do mundo, lá forausaria tal telapra contar uma
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Poesia Miojo II
Pede um afago como quem pede desculpasmeio de lado, como menina travessaquando o mundo sufoca. Menina, coração como o teunão pede, reina absolutoneste imenso desertodo eu – eu – eu E tal qual como paradigmasofre de solidão imensapor procurar o que não achae achar-te sozinha Ora, amiga minhaolha à tua volta– tudo que é único
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