José de Alencar, taxista

José de Alencar, taxista (Cooperativa Centraltaxi, carro 085). Nasceu em Minas, cresceu no Rio Grande do Sul – de onde ainda guarda o sotaque -, passou por Pernambuco e voltou a Minas para criar gado. Por 20 anos. Desistiu de brigar com a falta de mão-de-obra e veio para o Rio. Procura terra para comprar em Goiás enquanto taxeia cariocamente. Cantarola compondo como repentista no final fechado. Ao chegar ao (meu) destino, agradece pelo prazer de lhe conceder a corrida e a companhia. José de Alencar, taxista, 93 anos. Nem o olhar diz.

– Mas como, seu José, o senhor está 93 anos não parecendo nem 60?

– Trabalho, minha filha. Muito trabalho e amor à vida. E namoradinhas de amigos meus, de vez em quando.

Sobre Cacau

Carioca. 38 anos. Analista de Relações Internacionais. Flamenguista (herança do S.Beleza). Manqueirense (sambista sempre). Taurina. Soprano. Ruiva (quase sempre, por insistência). Chorona. Apaixonada pela sua família. DVDmaníaca. Fã de MPB, Rock, BRock, Samba e 70's songs. Viúva do Vinícius. Órfã da Maldita. Cantora sem talento. Lamenta não ser contemporânea do Elvis ou Elis. Quer aprender Tango. Viciada em Big Mac e Pinball no PC. Adora futebol E football. Troca facilmente um longo telefonema pela mesa do bar mais próximo. Vive bancando a ostra. Está sempre atrasada. Karateca cuja promissora carreira foi interrompida por uma fratura na mão direita. Lê mais que a média e menos do que deveria (ou gostaria) assim como viaja menos do que merece. É um fracasso em finanças pessoais. Quer ganhar qualquer grana na raspadinha, mas nunca as compra. Curte noitadas de Quizz e Karaokes. Tem insônia semanalmente. Adora dar presentes. Odeia sentir-se impotente. Devotada aos amigos e aos amores.
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