Quem me conhece sabe que não vivo sem música. Seja em casa, no trabalho, na rua, no ônibus, onde eu estiver, vou estar ouvindo música. Em casa é praticamente um ritual. Vou colocar o CD, pegar o encarte, curtir a letra. Ver que músicos participaram desta versão. Ouvir todas as versões que eu conseguir da mesma música. Viajo pela composição. Tento imaginar o motivo da canção ser assim ou assado. Vou pra internet. Vejo o clip. Procuro trívias. Uma exagerada. 

Música me relaxa. Me emociona. (E, considerando a tensão que me assola por conta das oitavas de final da Copa Santander Libertadores 2010, só com muita música na cabeça mesmo para abstrair do futebol e fazer com que o tempo volte a passar em seu ritmo normal). Mas o que acontece conosco quando ouvimos uma música, uma canção, um acordo perfeitamente harmonioso? A neurociência explica. O vídeo abaixo é parte de um congresso de neurociência onde os bravos pesquisadores conversam sobre os efeitos da música no nosso cérebro. Esse trechinho apenas mostra o quanto o ser humano está preparado para a música. Mesmo sem saber disso. 


World Science Festival 2009: Bobby McFerrin Demonstrates the Power of the Pentatonic Scale from World Science Festival on Vimeo.

Não é fascinante? Quem me apresentou este vídeo foi o @uatafoc e eu não resisti e compartilhei com o pessoal do Café 22 (3a. edição). Tks, Moço!
;o)