Definitivamente ele voltou!

Nada como estar de férias bem na estréia de um blockbuster! Só assim mesmo para conseguir ingressos e um bom lugar para assistir Superman – O Retorno sem fila alguma. Parecia que eu estava vendo Christopher Reeve rejuvenecido. O jovem Brandon Routh incorporou a postura e os trejeitos do seu antecessor para montar seu Clark / Kal-El e em momento algum essa escolha comprometeu sua interpretação. Não preciso nem falar do Kevin Spacey. Sou declaradamente fã do cara. Arrisco-me até a dizer que dificilmente alguém vai me ver falar mal de algum filme seu. E seu Lex Luthor está simplesmente irretocável. Algumas vezes me pareceu que a imagem foi retocada digitalmente para fazer seu rosto ficar um tanto mais arredondado. Pode ser delírio meu, mas foi uma impressão bem forte. Infelizmente o elo fraco da corrente ficou com a Kate Bosworth. Em uma palavra: insossa. E tudo o que a Lois Lane não pode ser é insossa. Faltou alguma coisa. Um quê de inteligência, de charme, de alto-confiança, de carisma, sei lá. Uma pena. Alguns fãs já me falaram que ficaram um tanto decepcionados. Eu gostei do filme. Minha única ressalva (além da escolha de Bosworth) é para a cena do ônibus espacial logo no início do filme. Ficou longa demais e roubou uma fração grande do tempo que podia ter sido explorada com cenas mais legais do Clark no jornal ou do Superman em salvamentos “menores”. Mesmo assim, o que ficou mesmo foi o arrepio com a música, os créditos e a participação especialíssima de Marlon Brando como Jor-El em imagens recuperadas (lembrando que, se não estou enganada, este papel lhe rendeu o cachê mais alto da história do cinema, cerca de US$ 14 milhões por dez minutos de filme).

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Momentos curiosos das férias

  1. Sérgio

    Oie
    como conversamos, eu gostei do filme, mas tb acho que falou um algo mais.A “Lois” tah realmente apagada e poderia ter sido feita outra escolha.Mas estréia é estréia né ? 🙂
    Bjao

  2. Dani

    Estou ansiosa para assistir, embora na minha cabeça seja difícil aceitar outro Superman que não o eterno Christopher Reeve…

    Algumas atrizes são de fato insossas, e outras aparecem totalmente inexpressivas em certos papéis. Foi o que aconteceu com Audrey Tautou em “O Código Da Vinci”. E fica aquela sensação de que, se elas não estivessem lá, daria na mesma… rs

    Beijos! 🙂

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