Tá o maior calor. Poderia ser pior. Muito pior. Poderia ser como terça, quando faltou luz entre seis e meia e oito da noite e quase esmilingüi (existe essa palavra?) de tanto suar. Voltando pra hoje, vi a novela enquanto ligava para meia dúzia de pessoas que se declararam nada animadas para sair por conta da chuva. Não posso culpá-las, né? Vai que a Av. Maracanã enche pra variar? Agora a NET saiu do ar. Passei para dar uma olhada nos emails e deixar registro no TeS por dois motivos básicos: o primeiro é que não quero perder o login (afinal, todos sabemos como o Blogger é ciumento e possessivo: “sumiu? então não volta mais!”); e segundo porque sei que a galerinha passa por aqui para saber notícias. Pois é… Tô por aqui, vagueando dentro da própria cabeça nunca antes tão oca buscando assuntos interessantes para comentar, mas nada mudou: coisa alguma me apetece. [Nossa, como tá calor!] Como ia dizendo, estou por aqui. Acho que é uma boa idéia pegar o violão que ganhei no Natal e tentar resgatar um pouco da mobilidade dos meus dedinhos. Não me lembro de música alguma de cabeça, mas achei umas revistinhas velhas e tem sempre a internet e seus sites de músicas cifradas, não é mesmo?

Ah! Ia esquecendo de contar… No dia do tal apagão eu aproveitei para terminar de arrumar as fotos da minha família (aquelas que trouxe da casa dos meus pais, cheguei a comentar? acho que não, não me lembro). Anyway… Bobagem. Só 749 fotos. Só cheguei a esse número porque descobri que os dois álbuns para 300 fotos cada que comprei foram insuficientes. Mas foi um bom passatempo. Eu só queria saber de quem foi a idéia de parar de imprimir datas nas fotos… Lamentável! Inacreditável! Alguém já tentou organizar fotos velhas imaginando em que ano tal coisa aconteceu? Garanto: missão quse impossível.

“Michelle aqui parece mais nova, então esse natal foi antes desse.” “Mas essa blusa eu ganhei nos meus 15 anos, então isso aqui foi depois depois de 88…” “Essas são do aniversário de 82 anos da Vó Chica. Legal! Bom, se eu soubesse em que ano ela nasceu essa informação seria realmente útil…” “Nossa, eu nem lembrava dessa viagem!!! Ou eu estou ficando velha e perdendo a memória, ou então foi uma ‘pííííí’ de viagem mesmo.”

Caramba, acho que só eu mesma pra encarar essas maluquices. Mas estava tudo tão misturado naquela gaveta enorme, com tantas imagens e outras tantas lembranças deliciosas e inesperadas, que eu acabei decidindo trazê-las para arrumar. No fim, mais de meia-noite, ainda me lembro de ter pensado assim: “Como eu queria uma scanner, muita gente ia gostar de ver essas…” Agora me diz, sou retardada mesmo né? Bom, terminei a missão muito feliz mas, errrrr, com um pequeno detalhe a ser destacado. Depois de ter arrumado o segundo álbum de 300 fotos todinho, descobri que coloquei as benditas de trás para a frente no dito cujo. Ou seja, quem olha a linda capa imitação de couro do álbum e o abre esperando ver Hivy e Lucas ainda bebês, se depara com os dois já galalaus e, ainda por cima, de cabeça-prá-baixo (ou de ponta-cabeça, pro pessoal de Sampa). AAAAAHHHHHHH!!! Resmunguei (tava cansada demais para esbravejar ou xingar) “Cabeçudinha…” e fui dormir.