Mês: setembro 2006

Six Degrees to…

O nome do jogo, tal como o aprendi, é “Six Degrees to Kevin Bacon”. Um joguinho cujo objetivo é conectar dois atores que não devem ter trabalhado juntos ou mesmo que estariam separados pelo tempo e espaço através de, no máximo, 5 trabalhos cinematográficos.

O macete, tal qual me foi ensinado e assim como sugere o nome da brincadeira, é buscar de primeira um trabalho do Kevin Bacon, facilitando a brincadeira uma vez que o galã (?!) compartilhou películas com várias gerações holywoodianas, protagonistas, antagonistas ou coadjuvantes, whoever. Ou seja, Kevin Bacon, talentoso ou não (não vem ao caso) com 48 anos e 61 atuações, seria o melhor ‘elo de ligação’ para ganhar o joguinho.

Tim CurryHoje, assistindo A Lenda, vi que Tim Curry também estava no filme. Ou melhor, sua voz. A voz de Tim Curry aparece quase tanto quanto seu rosto:
– vários personagens bíblicos em animações ou audio-books
– no Capitão Gancho de Peter Pan
– personagens adicionais em A Pequena Sereia
– personagens adicionais em Tom e Jerry
– o Príncipe Charles de Tiny Toon
– o MAL de o Capitão Planeta
Sir Gawain de O Príncipe Valente
– o Hexxus de FernGully
– personagens adicionais em Eek! The Cat
– personagens adicionais em A Família Dinossauro
– personagens adicionais em Alladin
– o Pretorius de O Máscara
– o Dr. Místico de Freakazoid!
– personagens adicionais em Batman, Batman & Robin e Batman Beyond
– personagens adicionais em Scooby Doo

Na telinha ou na telona, Tim Curry pode ser visto – ou ouvido – ainda com:
– Susan Sarandon e Meat Loaf em Rocky Horror Show (1975)
– Albert Finney e Carol Burnett em Annie (1982)
– Tom Cruise em A Lenda (1985)
– Christopher Lloyd em Clue (1985)
– Bill Paxton em Pass the Ammo (1988)
– Sean Connery e Alec Baldwin em Caçada ao Outubro Vermelho (1990)
– Chazz Palminteri, Sylvester Stallone e Don Ameche em Oscar (1991)
– Macaulay Culkin, Joe Pesci, Daniel Stern e Catherine O’Hara em Esqueceram de mim 2 (1992)
– Emilio Estevez, Samuel L. Jackson e Jon Lovitz em Loaded Weapon 1 (1993)
– Charlie Sheen, Kiefer Sutherland, Chris O’Donnell, Oliver Platt, Rebecca De Mornay e Julie Delpy em Os Três Mosqueteiros (1993)
– Alec Baldwin (de novo), Peter Boyle e Ian McKellen em The Shadow (1994)
– Laura Linney em Congo (1995)
– Kevin Bishop, Billy Connolly e Jennifer Saunders em Os Muppets na Ilha do Tesouro (1996)
– Catherine Zeta-Jones em Titanic (para TV em 1996)
– Daryl Hannah em A Família Adams (Reunion) (1998)
– Whoopi Goldberg em Os Anjinhos (1998)
– Forest Whitaker em Four Dogs Playing Poker (2000)
– Cameron Diaz, Drew Barrymore, Lucy Liu, Bill Murray, Sam Rockwell, Luke Wilson e Matt LeBlanc em As Panteras (2000)
– Susan Sarandon (de novo) em Os Anjinhos II – Em Paris (2000)
– Marlon Wayans, Christopher Masterson e James Woods em Todo Mundo Em Pânico II (2001)
– Liam Neeson, Laura Linney (de novo) e Chris O’Donnell (de novo também) em Kinsey – Vamos falar de sexo? (2004)
– Tony Shalhoub em Monk (2004)
– Eric McCormack e Debra Messing em Will & Grace (2004)

Acho que não dá pra bater Kevin Bacon, (com o qual Tim Curry ainda não trabalhou) mas que é uma ótima segunda opção, ah, isso é!

Fonte: IMDB (claro!)

Fome

Friozinho…
Vontade de comer caldo verde.
Melhor não…
Na última vez foram três pratos cheios.
Obs.: Eu poderia publicar isso?

Setembro: USA ou Rússia

Setembro tornou-se o mês eleito pela mídia para lembrar-se anual e incansavelmente o 11/09/2001. Certo. Indiscutível. Todos sabem o que aconteceu e até se lembram do faziam enquanto Nova York tinha suas colunas de aço derretendo junto com as fundações das Torres Gêmeas.
Mas acho que faríamos um bem maior à humanidade se nos lembrássemos também que foi em setembro que aconteceu a tragédia de Beslan. Não está ligando o nome à pessoa? Eu ajudo: foi em 2004, quando 332 pessoas, na maioria crianças, morreram em uma escola russa dominada por terroristas chechenos tendo o Governo russo conseguido ter uma reatividade pior do que o governo (leia-se o Governador de então) carioca no episódio do ônibus 174. Nesta última semana, um manifestante morreu num confronto com a polícia e me parece que no mínimo 10 pais e mães suicidaram-se após o epiódio em si, aumentando o número de mortos para quase 350. Nossa memória não deveria ser seletiva, nem a mídia…

O Mundo é uma Ostra (ahn?!?!)

Cenário:
Uma quarta-feira, véspera de feriado, no Democráticos (só assim mesmo…)
Cena:

Eu e Laríssima observando os forrozeiros saltitantes. De repente ela me cutuca.
Diálogos:
Laríssima: Olha ali, Claudinha, gringos rindo a toa na gandaia.
As duas: [rindo abertamente dos “alemães no samba”, ou melhor no forró]
“Gringo”: [duas músicas depois, ele se dirige à mulata e a convida pra dançar]
Cláudia: [dá a maior força e fica rindo sozinha]
Laríssima: [volta antes do fim da música] Claudinha, você não vai acreditar: ele trabalha com a gente, mas em Clermont-Ferrand!
Cláudia: Como assim?!?!?!

Conclusão:
Filme? Não!!!! Simplesmente a constatação: o mundo pode ser pequeno, mas trabalhar numa multinacional faz com que ele não seja maior que um átomo…

Fetiche pouco é bobagem!

Eu, taurina de carteirinha, inicialmente avessa a todo tipo de mudança brusca ou radical na vida, sou obrigada a dizer que, talvez por isso mesmo, adoro essas estórias. E quem diria que a crise da Varig acabaria por, de alguma forma, fazer a alegria da galera? Pois é. A Playboy de setembro chega amanhã às bancas com um ensaio que mostra não uma, nem duas, mas três aeromoças. Também, depois de Flávia Alessandra, só mesmo fetiche em dose tripla… Recém demitidas da companhia aérea, as comissárias aceitaram personificar uma das mais populares fantasias do imaginário masculino (pelo menos que eu saiba, ainda é só masculino mesmo, não é?). Sabrina Knop, Juliana Neves e Patrícia Kreusburg além de belíssimas, são formadas em Relações Internacionais, Fisioterapia e Turismo, respectivamente. E qual não foi minha surpresa ao descobrir, em matéria n’O Globo Online publicada hoje (sorry, mas não adianta tentar deixar o link…), que apenas uma delas teria, digamos, pretensões artísticas. Alguém arrisca adivinhar qual delas? Minha colega de RI, claro! Salve as reviravoltas! E eu mereço…

Dois Anos!

Até esqueci! O meu, o seu, o nosso Tudo em Simas! completou dois aninhos de idade último dia de agosto. Um turbilhão de acontecimentos acabou fazendo a data passar em branco. Uma injustiça imperdoável! Depois de 183 posts, acho mesmo que acertei mais do que errei. Falei demais, falei de menos, falei besteira, fiquei séria, paguei mico, mas sobrevivi na blogsfera. Para minha própria surpresa, este espaço – que tinha a inglória pretensão de ser um endereço bem particular – acabou me presenteando com visitas surpresas maravilhosas e novos amigos, virtuais e reais, que fazem daqui um lugarzinho bem mais aconchegante.

Muito obrigada!

Sem palavras

Às vezes é muito difícil saber o que dizer.
Ficamos quietos e quando passa o momento lembramos o que poderíamos ter comentado, ou lembrado, ou citado, ou compartilhado.
Ficamos quietos com medo de parecer piegas.
Ficamos calados para não parecer otimistas fantasiosos ou pessimistas inconvenientes.
Raio de palavra que não brota em nossa mente na hora certa.
Apertamos as mãos, afagamos os ombros, trocamos olhares.
Será que é suficiente?
Nunca é.
Como transmitir conforto, esperança, fé, amizade, amor, sem saber o que dizer?
Se Drumond disse que “de tudo fica um pouco”, de tudo o que vi, senti e não falei, em mim ficou a esperança.
E o que eu mais queria hoje, do fundo do meu coração, era poder passá-la adiante.

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