Meu mais novo Candidato!

Afinal, esse é o único Presidente que IMPORTA!!!!

E ainda toca bateria…. Dá-lhe Brunebas!

Uma simples atitude para [re]começar

Da séria série “Falando Sério”: Episódio III

Sempre que penso em política eu me lembro de pronto das aulas onde viajávamos no tempo para conhecer o jeito grego de administrar a cidade de forma democrática, o cenário das decisões comunitárias, decididas nas praças, sob a orientação dos líderes respeitados por todos. Falar de ética, por sua vez, me remete imediatamente ao conceito de moral, de certo e de errado na nossa conduta, na nossa maneira de agir. Invariavelmente, na prática, associamos a ética, não ao estudo filosófico dos julgamentos de valor, da relação entre o bem e o mal, mas à boa conduta, ao certo, ao correto.

Essas podem não ser exatamente as definições mais aceitas, claras ou mesmo objetivas, tão pouco filosóficas, de ética e de política. Tal relação é tema infindável, largamente discutida por estudiosos indiscutivelmente mais dedicados do que eu. Mas acho que esses pensamentos simplistas refletem a pureza do que esperamos ou, ao menos gostaríamos de esperar, da arte política moderna: uma atuação orientada, primordialmente, pelo que é o certo a ser feito para o bem–estar comum.

Acredito que a nossa maior dificuldade está em descobrir como recuperar a linha limítrofe entre o certo e errado a patamares realmente razoáveis e não mais apenas aceitáveis. Nossa sociedade deixou essa linha tornar-se elástica demais. Aceitamos e toleramos cada vez mais práticas inadequadas de forma que acabamos por legitimá-las. Com isso, tristemente perdemos o jeito de como corrigir tal deslize. Como pais que não conseguem dizer não a seus filhos depois de anos de mimos. Resta apenas o desespero interior frente a uma impotência cuja causa pode até ser negada, mas nunca é realmente desconhecida.

Somos os principais culpados pelas práticas imorais de nossos governantes. Coloquialmente, somos co-responsáveis pela falta de ética na política. O que fazer para mudar? Pensar. Re-pensar. De alguma forma, precisamos primordialmente recuperar o respeito pelo próximo e reconstruir nossos valores morais e, conseqüentemente, nossos conceitos de certo e errado em várias práticas cotidianas, de cidadania e civilidade, para que possamos saber exatamente o que cobrar daqueles que devem nos representar para legislar e governar. Quem sabe assim faremos com que ética e política deixem de ter aspectos tão contraditórios e antagônicos e passem a ser, não em sonho, mas corriqueiramente, um pleonasmo?

A listagem com os participantes da Blogagem Coletiva está aqui.

PS: Beijo para a Laura pela iniciativa.

Blogagem Coletiva

Participe!

Mente fértil

Divertidíssimo o post da cabecinha mais criativa da blogsfera:

Peanuts aos 30.

– Alô, Charlie Brown? 
– Olá, Isaura. Como vai, minha irmã? 
– Nada bem, nada bem… não aguento mais o Linus… 
– Os problemas continuam, é? 
– Po, nunca consigo ir prá cama sozinha com ele! Somos sempre ele, eu e aquele maldito e imundo cobertor! Uma vez eu escondi aquela bosta e ele ficou sem dar no couro até eu devolver…ai, acho que esse casamento não sai nunca… 
– Sorte sua. 
– E você, meu irmão? como vão as coisas com a Lucy? 
– Iguais. Ela sai, não diz onde vai, nem com quem. Desde que nos casamos é assim. Na verdade era assim antes de nos casarmos. Ela diz que passa o dia inteiro naquele divã, dando consulta. 
– A-ham… ‘dando consulta’, sei… 
– Mas eu acho que ela arrumou um outro trabalho… ela não me disse, mas eu já saquei. 
– É? Onde? 
– Numa barbearia. 
– Barbearia? como você sabe? 
– Ah, ele chega todo dia com dinheiro no bolso, cheirando a loção pós-barba e cheia de pelinhos na roupa. 
– Ai, Charlie Brown… 

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– Você é um imprestável, Chalie Brown. 
– Qual foi o problema agora, Lucy? 
– Você, Charlie Brown, meu problema é você. Sempre foi. 
– Está comigo porque quer. 
– Não! Estou com você por falta de opção! Pior! Por ter feito a opção errada. Era você, o Chiqueirinho ou o Schroeder. 
– Porque não casou com o Chiqueirinho? 
– Pois devia! Se eu pelo menos soubesse que ele ia ganhar milhões processando o Cascão por plágio, sim, eu teria ficado com ele! Mas eu ainda não tenho bola de cristal. 
– Não sei porque você não se casou com o Schroeder, então. 
– Eu só não me casei com ele porque o pobre teve a infelicidade de inventar o tal Kama Sutra Clássico, e prendeu o bingolim na tampa do piano. De pianista virou castrato. 
– Eu também poderia ter me casado com outra pessoa, tá? 
– Ah, tá, quem? 
– Ah… a Patty Pimentinha… 
– Prá começo de conversa ela gosta do que você gosta. Ela tem uma mulher que chama ela de “Senhor”. 
– Como assim? Ela foi a primeira mulher com quem eu… 
– Ah! Então tá explicado porque ela te chama de “Minduim” 

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– Charlie Brown, que malas são essas? 
– Estou te deixando, Lucy. 
– Você quer apanhar, seu inútil? Como assim me deixar? 
– Estou indo embora. Ponto. Está na hora de fazer alguma coisa por mim nessa vida. 
– Charlie Brown… Charlie Brown volte já aqui! eu ainda não terminei com você! Sou EU que deixo você no vácuo! Sou EU quem tira a bola quando você vai chutar! Não me deixe falando sozinha ou você vai se arrepender! 
– Adeus, Lucy. Diga ao Snoopy que eu sentirei falta dele. 
– Charlie Brown, eu já disse que o Snoopy era um Beagle nor-mal! Ele já morreu faz 15 anos! 
– Ele era meu amigo! 
– Não, sua besta! Ele era um cachorro! Ou você acha normal um cão voar em cima da casinha, falar com passarinhos amarelos e datilografar cartas ? 
– Mas eu me lembro… 
– Eu também, seu otário. Mas isso parou quando as nossas mães descobriram que a gente chupava uns cogumelos estranhos naquele campo de baseball. 
– Bem, não interessa. Estou indo embora de vez. Vou morar com outra mulher.
– Como assim outra mulher? Que mulher é essa? 
– A Garotinha Ruiva. 
– Garotinha Ruiva???? Essa vadia sumiu há vinte anos, como é que você achou essa mocréia? 
– Orkut, Lucy, orkut. 

Alterego Binário

Juntando os zeros-e-uns do Otávio com os zeros-e-uns da Dalvinha e consultando a tabelinha de códigos e caracteres, apresento-lhes o ASCII Art da blogueira que lhes escreve:


Ok, ok, eu confesso: não fiz sozinha… Humpf!
Na verdade, quem fez foi o ASCII-O-Matic, que eu descobri aqui.
Ainda não me decidi, mas acho que gostei.

Ele é Brasileiro?

SIIIIMMMM!
Porque, caramba, ele não desiste nunca mesmo!

Rolei de rir com esse vídeo. De doer a barriga. Esta divertida sátira – com os atores Ricardo Pipo (o Palestrante) e Welder Rodrigues (Joseph Climber) – é uma das engraçadíssimas performances da Cia Os Melhores do Mundo. Como é que eu não conhecia esses caras?

Posso falar sem medo de ser cliché: rir é o melhor remédio! (Ok, eu sei que vira e mexe eu sou ‘cliché’, mas disfarça, vai…)

Só de Sacanagem

Da séria série “Falando Sério”: Episódio II

Ana Carolina está na mídia.
Elisa Lucinda está na mídia.
Escândalos estão sempre na mídia.
Desabafos interessantes, nem sempre.

A íntegra do texto pode ser lida aqui.