Mês: fevereiro 2006

Vai ter muita gente pagando promessa…

Sabe quando dizíamos: “nem pensar! só quando a galinha criar dentes!!”? Pois é… Ela criou!!!

No dia em que galinha criar dente? Esse dia chegou

Agências Internacionais – Ela já teve, naturalmente. E voltou a ter, graças a uma pesquisa britânica. Cientistas da Universidade de Manchester manipularam genes de galinha para criar uma variação dentada.
A pesquisa foi possível depois que o bico de uma galinha mutante, morta há cerca de cinco décadas, foi reexaminado, e dentes foram encontrados. A formação deles é similiar à dos dentes dos crocodilos.
– O que descobrimos foram dentes similares àqueles dos crocodilos. Não por acaso, porque as aves são os parentes vivos mais próximos do réptil – disse Mark Ferguson, cientista da universidade.
Os pesquisadores queriam saber se a memória genética da ave – remontando há 80 milhões de anos, quando aves tinham dentes – poderia ser despertada. Então induziram o crescimento em galinhas normais.
Donde que há esperança de que o crescimento de novos dentes poderá vir a ser induzido em seres humanos que os perderam.
A pesquisa foi publicada no periódico “Current Biology”.

[Fonte – O Globo : 23/02/2006 – Ciência e Vida]

Agora só falta a vaca tussir…. Tô ferrada…

Adoro Vocês

Sério mesmo! Mas queria que vocês entendessem uma coisa: o fato de eu reconhcer uma fraqueza, na minha ex-míope visão, é um avanço fenomemnal. Reconhecer publicamente tais sentimentos, necessidades, frustrações, para mim é muito mais do que falar simplesmente. É um passo gigantesco rumo à ação, quiçà uma ação propriamente dita. É o reconhecimento do problema (segundo os teóricos, o primeiro passo para a sua resolução). Estou errada? Tal publicação significa que quero fazer mais por mim mesma. É uma forma de me provocar. De me colocar em ação. Acredito em mim – nunca duvidem disso. Sei de tudo o que sou capaz e, por isso mesmo, só eu sei o que eu realizo de fato, frente ao que eu tenho capacidade de fazer. Por isso eu lhes reafirmo: posso fazer muito mais. Quero fazer muito mais. Não quero viver pensando que tenho sorte simplesmente. Sempre acreditei que sorte é o resultado de uma combinação de fatores, entre eles, tempo e oportunidade. É algo parecido com o “estar pronto para as oportunidades que aparecerem”. Por mais que voces achem que eu não me valorizo o suficiente (nem sei bem se essa é a expressão mais adequada), só eu sei exatamente quantas oportunidades eu perdi, simplesmente deixei passar. Por isso o post anterior. Agradeço muito a confiança de cada um de vocês, porque os conheço e sei que se preocupam comigo, mas garanto: estou bem. Muito bem, por estar consciente de que tenho muita coisa para fazer e que não é nada hercúleo. E vocês especificamente que estão perto de mim irão, certamente, notar a diferença.

Preciso…

…de um dicionário. Lembro-me que, ao fim da mudança, me dei conta de que faltavam duas coisas fundamentais para deixar meu apartamento pronto para morar de verdade: uma Bíblia e um dicionário. A Bíblia meus pais se encarregaram de providenciar no meu aniversário logo em seguida. O dicionário foi ficando para depois. Não queria qualquer um. Tinha que ser um top de linha, uma mega Aurélio. Fiquei me devendo.

…de um eletricista. O tempo foi passando e seis das dez tomadas do apartamento – que já não estavam lá muito bem há dois anos – hoje desistiram de atender aos meus chorosos apelos para funcionar. Cansaram de mim. E eu cansei delas. Essa semana ele (o eletricista) aparece. Nem que seja por geração espontânea de vida.

…de um colchão novo. Bom, disso eu sempre precisei. Na primeira semana de uso vi que tinha escolhido errado. Não me informei se ainda estava em tempo de trocá-lo. Simplesmente o deixei aqui e agora ele está me irritando. Não incomoda fisicamente, mas tenho a nítida impressão de que a troca faria muito bem ao meu sono totalmente irregular (vocês conhecem mais alguém que sofre de insônia e sono pesado ao mesmo tempo – às vezes até na mesma noite?).

…de disposição. Basicamente para duas coisas básicas. Reorganizar meus documentos, papelada em geral, contas e similares. Tenho as pastas, os saquinhos, as etiquetas, mas não tenho coragem de recomeçar a tarefa interrompida em… Nem sei quando. Fazendo isso, preciso acertar minha defasada planilha de contas. Acho até que isso é o mais importante e o objetivo final de ter a papelada arrumada. Preciso também arrumar meu armário. Tenho roupas que não uso mais, roupas que precisam de pequenos consertos, sapatos com defeito, sapatos que fora de moda, peças que precisam ir para a lavanderia, livros que precisam voltar para o seu canto, cadernos (novos e usados) espalhados e ainda – e principalmente – preciso arranjar espaço livre porque não é possível que eu junte tanta tralha morando sozinha (só não me sinto sufocada com o armário fechado).

…voltar à realidade. Ler outros livros além dos romances, épicos e ficções. Retomar minha plena cidadania. Saber o que acontece à minha volta, fora do meu reino de 48 m² e além de meus discos e DVDs. Preciso não me permitir ser ostra o tempo todo. Mal me agüento.

…de disciplina. Não sei como consigo conviver com tudo o que escrevi acima. Sei do que preciso, sei o que preciso fazer e não faço. Não acordo na hora. Não sigo meu próprio planejamento. O pior é que tudo é simples demais para deixar pra depois, mas eu deixo. Simplesmetnte abstraio. Tenho consciência exata da minha preguiça. Preciso acabar com a minha preguiça. E chega, né? Bom, esse é o tipo de coisa que, se eu um dia tomar coragem para fazer Johari/Nohari, aparecerá no quadrante visível para si e oculto para todos. Engraçado isso. Já sei até o que vão responder…

…de persistência. Acho que essa palavra está escrita no meu karma. Vai me assombrar pro resto da vida. Persistir. Sou uma taurina genuína que recebe mudanças com certo frio na barriga, mas depois do susto, do primeiro impacto, consegue facilmente adaptar-se a elas. Não sei nem se sou teimosa como a fama dos taurinos, mas definitivamente não me acho persistente. Isso me incomoda. Pior, me assusta. Muito.

…de paciência.
…de tolerância.
…aprender a usar a agenda de verdade.
…me cuidar. Sem enrolação nem auto-enrolação.
…de habilidade em situações controversas.
…aprender a aprender coisas simples com as pessoas a minha volta.
…achar um jeito de aplicar a mim os conselhos que dou aos meus amigos.
…realizar mais.
…me cobrar mais antes de me culpar tanto e chorar o tão famoso leite derramado (que, a essa altura, já deve ter azedado).
…parar de abstrair, deixar de lado coisas que sei que devo fazer.
…valorizar todas as coisas boas que encontro todos os dias (e são tantas).
…me sentir merecedora de cada uma delas.
…ser uma pessoa melhor. E rápido.

…dormir.

Com ou Sem Emoção?

As pedras rolaram! A esta altura acredito que todos já viram, ouviram ou leram que o show do Stones foi sensacional, que o público foi fantástico, que a estrutura foi (quase) perfeita e etc e tal. Eu simplesmente assino embaixo. Adorei! “A Singular Família Couto” fez-se presente em grande estilo. Pena que levaram meu celular ainda no show dos Titãs. Nada fora do previsto, oras, considerando que meu telefone sobreviveu bravamente a vários eventos públicos desde 2000, quando foi adquirido. Deu um traumazinho na hora e acabei praticamente não mexendo na câmera que também estava na bolsa. Só tirei duas fotos (quem me conhece sabe que isso é algo praticamente inimaginável) e também optei por evitar a cerveja e ficar só na água para evitar distrações maiores. Quando fomos para a areia o clima tava muito melhor do que o tumulto do vai-e-vem na Atlântica. Pulei, dancei, gritei, me acabei horrores. Muito bom mesmo! A única ressalva que faço à estrutura preparada para o show foi o final. Disseram pra galera não ir de carro e o povo surpreendentemente consciente realmente não foi de carro. Só que, com 1,2 milhões de pessoas caminhando em Copa, não tinha ônibus nem taxi que conseguisse passar (eles estavam parados em pontos “estratégicos esperando o fim do show – teoricamente funcionaria). Mas a verdade é que quem precisava deles para sair de Copa tava levando uma surra. Isso sem nem pensar no metrô. Eu e meus primos fomos caminhando para Botafogo e a polícia abriu o trânsito com a galera caminhando ainda bem no meio do túnel. Foi meio estranho, mas o pessoal tava tão adrenalizado “pro bem” que acabou dando tudo certo. Chegamos em casa e ainda pedimos pizza (os dois Bob’s do caminho estavam obviamente lotados) e depois de mais bate-papo e goiabices, fomos dormir perto das 3 da manhã. Como disse o Mick: eté ei prrróussima!!!!

Nessas duas semanas

Teve festa para compensar aquele Reveillon que não virou o ano (aqui para os desatualizados). Festa 0800 para todos que compraram ingressos para a festa embargada do dia 31/12 (devidamente ressarcidos, devo mencionar). Comida e bebida à vontade. Regado mesmo. Sem miséria. Os poucos ingressos vendidos (para acompanhantes dos convidados originais) seriam destinados a uma instituição filantrópica. Teve show de quase 3 horas da Celebrare. O chato foi ter que cantar “Parabéns pra Você” pro Romário que, aparentemente, estava por lá também. Mas valeu muito a pena desvirar ostra e sair um pouquinho. Pela comida, pela bebida, pela música e, é claro, pela companhia. Meninas Super-Poderosas, avante!

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Teve Lapa. Conseqüentemente, teve papo furado, samba e cerveja. Teve conversa séria também, de apertar o coração, mas de reafirmar amor e amizade. Teve até briguinha e esporro (merecido, mas doído) que passou mais ou menos rapidinho. Teve faxina básica (bem de leve, claro) em seguida e alguns ajuste nos fatídicos álbuns de fotos, que só não foram devolvidos porque consegui um scanner (lembram que eu queria um scanner?). Assim, alguns registros Tudo em Simas virarão arquivos “.jpg” muito em breve. Nem adianta: coisa de família, ok? Nem adianta sugerir criação do flog do clã. Serão enviadas apenas para os membros da família e permanecerão guardadas a sete senhas, ok?

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Teve quiz viciante (não me lembro mais de qual blog eu tirei a dica, sorry, sorry…) que me ocupou por algumas longas horas até eu chegar a “gênio” e “clap!clap! clap!” [Claudinha feliz!!!]. Teve computador tomando banho acidental de água com sabão e amaciante [Claudinha triste, muuuuito triste!!!]. Ai que nervoso. Não tem grana pra outro… Aquele eu já comprei usado… Mas ele até que ainda está sobrevivendo, mas vira e mexe entra em coma. Ainda não sabemos seu estado real. O diagnóstico ainda não foi oficialmente declarado. Notícias em breve. Mas que ficou limpinho, ah sim, ficou!

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Teve aniversário de Amiga paulista (?! – quem é de Ribeirão Pires é paulista?) que mora no Rio há anos e não perdeu o sotaque. Com toda a chuva do mundo, que cismou de cair entre o sair da estação Carioca (ou “Carioca Station” – afinal o Metrô do Rio agora fala inglês!) e o chegar à Graça Aranha. Foi necessária uma árdua negociação com um daqueles mágicos que se exibem no centro da cidade fazendo aparecer, em segundos, dezenas de guarda-chuvas a R$ 5,00 cada. Detalhe: “garantia só até a próxima esquina” – palavras do vendedor. Mas chegamos quase não tão molhados quanto esperávamos para ver a Amiga Querida que eu não encontrava desde julho. Linda e divertida como sempre! Te adoro, Dri!

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Teve trabalho também. Duas semanas intensas no Bibmundinho. Teve mudança efetiva do Diretor e muito trabalho, claro. Ai, que angústia. Muita coisa para fazer de forma meio aleatória, meio doida, meio não sei o que fazer. Estou com um sério problema de prioridades , quero dizer, estabelecer prioridades (acho que já falei isso aqui). Estou chegando naquele ponto em que tudo é urgente pra todo mundo e eu sou uma só. Um levantamento assim, um relatório assado, uma planilha aqui, uma consulta ali, uma reunião acolá. E processos de importação, claro! Teve expediente até 22:00 na terça e 23:30 na quarta. Deve ter que ter ainda subida de serra básica para acompanhar fiscal e tudo o mais. Mas teve um lance legal: Mecânica de Batom. Quando recebi o e-mail (interno, mas de um ilustre e desconhecido colega de trabalho) com o assunto “Mecânica de Batom”, achei que era uma piada que havia sido mandada para a Cláudia errada. Quase apaguei o e-mail de cara. Só que não era piada, errr, era um convite para a turma piloto sobre a aplicação de um cursinho (ou palestra, ou seria seminário?) de Mecânica Básica para Mulheres, promovido pelo Detran-RJ e o grupo que trabalha e realiza atividades relativas à Qualidade de Vida lá na empresa. Bom, que “potência = força x velocidade” e o que é um motor 4 tempos eu já sabia dos idos tempos do curso técnico (a descrição detalhada de seu funcionamento foi questão de prova de uma matéria que eu não me lembro o nome, operações-qualquer-coisa). De resto, é óbvio, váááárias novidades (?!) sobre mecânica de automóveis. Os instrutores faziam analogias simples e de repente muitos mistérios se desvendaram. Descobri que além do triângulo, macaco e estepe, é bom levar sempre no carro: um ovo (pro radiador), um cadarço (para o caso de uma das correias auxiliares arrebentarem), uma vela (para correias ressecadas) e água destilada (água da torneira do quintal não serve). Comecei a me perguntar por que as pessoas falavam tão mal do MacGyver só porque ele sabia fazer uma bomba com chiclete de bola e consertava aviões com biscoitos cream-cracker, capim e uma tesourinha de unha. Ok, falando sério agora. Foi muito legal, prático e objetivo. Dicas de atitudes simples, cuidados bobos e manutenção básica, todas super úteis numa linguagem que deveria ser obrigatória nos tais Manuais do Proprietário. Ah, e o mais importante: vários argumentos anti-mecânicos-enrolões. Legal mesmo. Só me frustrei ao descobrir que não existe a tão famosa rebimboca da parafuseta… Achei que ela seria a solução de todos os meus problemas…

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Teve visita pra ver o sobrinho fofo cada vez mais fofo, a sobrinha linda cada vez mais mocinha, o sobrinho querido que me cobrou mais uma vez a alça do fichário que eu esqueci de trocar. Papai e mamãe também, que eu tava cheia de saudades. Teve Em Busca da Terra do Nunca (de novo!!). Teve forro da cortina (finalmente) no lugar. Teve Botafogo x América, o que me custou alguns cantinhos de unha arrancados depois do terceiro gol do Bota, mas valeu pela torcida maravilhosa do Sangue e pela tranqüilidade do Maracanã, o bom e velho Maraca lotado, onde famílias inteiras foram assistir à final do campeonato. Teve cinema e gargalhadas com Tony Ramos e Glória Pires. Previsível, pode ser, mas divertido à beça! Só que eu sou suspeita demais pra falar. Ri de me acabar… Doeu a barriga.

E teve mais uma despedida.

E o início de mais uma contagem regressiva…

Visita à blogcelebridade

Bebi demais e não paguei o IPTU do Daniel Scobar lá no Noblat. Mesmo que um pouco atrasado, (o artigo é de 20/12/2005) ainda vale a leitura… Eu gostei.

Ainda dá tempo

Faltam dez minutos pra terminar o aniversário dele, mas não dá pra deixar passar. Não sei bem o que dizer, mas não queria deixar o dia passar em branco aqui no cantinho virtual….. Posso pedir licença e pegar emprestado uns versos?

Amor pra recomeçar
[Frejat/Mauricio Barros/Mauro Sta. Cecília]


Eu te desejo não parar tão cedo

pois toda idade tem prazer e medo
e com os que erram feio e bastante
que você consiga ser tolerante

Quando você ficar triste
que seja por um dia e não o ano inteiro
e que você descubra que rir é bom
mas que rir de tudo é desespero

Desejo que você tenha a quem amar
e quando estiver bem cansado
ainda exista amor pra recomeçar,
pra recomeçar

Eu te desejo muitos amigos
mas que em um você possa confiar
e que tenha até inimigos
pra você não deixar de duvidar

Desejo que você ganhe dinheiro
pois é preciso viver também
e que você diga a ele pelo menos uma vez
quem é mesmo o dono de quem

Desejo que você tenha a quem amar
e quando estiver bem cansado
ainda exista amor pra recomeçar,
pra recomeçar…

Tudo de bom, meu querido! Você é maravilhoso e muito especial! Agradeço demais a Deus por tê-lo em minha vida! Felicidade, pra mim, é uma seqüência de momentos felizes, é isso que te desejo simplesmente, momentos felizes seguidos! Conta comigo!

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