É Fernando, tenho estado meio ausente mesmo. Na verdade não tenho muito o que falar o que contar. Assim acredito que é melhor calar do que ficar relatando noites consecutivas em frente à TV. Digamos que estou na tal ressaca de início de ano e que, talvez, agora depois do carnaval, minhas células cinzentas voltem a funcionar melhor.

Aliás o carnaval foi bem assim, digamos, reflexivo. Fui com amigos pra Maricá ou melhor, Barra de Maricá. Carnaval mesmo, só no domingo à tarde e segunda à noite. Tinha até um cara fantasiado de Bob-Esponja. Tava hilário. O restante do tempo foi de muito sono, pregiça e praia. Mas sem pânico: continuo a mesma branquela de sempre, só que agora com a aparência menos pálida. Afinal tenho uma reputação a zelar! Quem as pessoas sacaneariam se eu deixasse meu corpitcho mais bronzeado?

O must deste carnaval foram as histórias do Gato de Armazém sobre sua estadia de 9 anos numa padaria em NY e o estilo Dalborg (não faço idéia de como se escreve o nome do cara, mas me parece ter sido um apresentador relativamente famoso(?), precursor dos programas trash tipo Ratinho) de falar, “quer dizer, é brincadeira?!”

Essa semana devo iniciar minha maratona “And the Oscar goes to” assistindo como de costume aos grandes indicados da Academia. Caso alguém queira companhia é só avisar. Devo partir para uma cobertura solo mesmo, como tem sido minhas últimas idas às salas de cinema, mas aqueles que quiserem me acompanhar serão sempre bem-vindos. Lembrando-se, claro, não vale ficar falando mal do filme o tempo todo… Mente aberta, amigos, mente aberta!