Viva S. Sebastião!!!

Sem muito o que comentar, mas foi um feriadão…. Basicamente por colocar em prática coisas há muito pensadas e planejadas. Nada de objetividade. Nada de relatos. Só isso: sou louca sim, mas e daí? Feliz, estou muuuuuito feliz!

Essa família é muito unida! Laia-laiá….

O fim de semana começou com duas horas na companhia de Milton Guedes na sexta. Tudo de bom. O cara é gente boa pra caramba, super simpático, sorridente e tava fazendo um show acústico bastante à vontade. O ambiente caseiro do Partitura fez com que o show fosse praticamente uma espécie de jam-session. Sem falar que ele toca muito. Gaita sax, flauta, assobios e um repertório que bastante eclético rechearam esses 120 minutos de um entretenimento de qualidade. Muito legal essa sexta-feira. Espero que venham muitas outras assim em 2005.

Sábado foi dia da festa de 3 aninhos da gatíssima Maria Eduarda. Não consigo formar uma opinião bem definida sobre as modernas festas infantis. Tudo é muito burocrático. Muito arrumadinho, não? Acho que nem Caco Antibes poderia falar mal. Mas tem alguma coisa que me incomoda. Ao chegar uma recepcionista coloca seu nome no computador e recebe os presentes. Se você não fez um cartão, não tem problema algum: ela imprime um na hora em seu nome. Lá dentro acontece tudo junto ao mesmo tempo. Música (que vai dos clássicos infantis regravados à insuportável Pitty) recreação, jogos eletrônicos, brinquedos (piscina de bolas, pula-pula, castelo de ar), videokê (outro som), dardos e sabe-se lá mais o quê. Ok. Podem dizer que não tenho filhos e se os tivesse veria todo esse aparato de outra forma. Talvez. Mas acho estranho. Um monte de adolescentes e alguns adultos bêbados metidos a caras-legais-que-acham-que-animam-festas brincando nos jogos e as crianças – as maiorzinhas – olhando e esperando que alguém lhes dê a vez. As menorzinhas estão com os recreadores com atividades até legais, mas dispersas no meio de tanta opção de passa-tempo. A mesa do bolo (sem bolo) agora fica num palco e ninguém chega perto pra cantar o “Parabéns pra Você”. Cada um na sua mesa acompanhando o play-back da canção mais conhecida do mundo. Novamente entram em cena os recreadores que se colocam ao redor da mesa e, com pom-pons coloridos desviaram a atenção da aniversariante da música fazendo-a choramingar por um pom-pom cor de rosa. Não estou falando mal da festa. Foi divertido. Mas é estranho. Muito automático. Muito organizado. Sem entusiasmo, espontaneidade. Queria uma coxinha de galinha.

Domingo foi almoço de família comemorando o aniversário da Tia Dirce (irmã mais velha da minha mãe). 42º na Tijuca. Três filhas de Seu Beleza – meu avô – reunidas para a macarronada com carne assada e um feijão que me faz aguar até agora.

(Dinéa, Dirce e Dalvinha)

Além do excesso de comilança (gula mesmo, pura e aplicada, que me fez perder o sono até quase 2 da madrugada), o domingo marcou pela abertura dos arquivos fotográficos da Família Simas e agregados. Tudo começou bastante comportadinho com dois grossos álbuns de fotos bem antigas mesmo. Aquelas em pb com a borda cortadinha, sabem como é? Poses bem arranjadas e perfis combinados. Várias lembrancinhas de 1 aninho dos meus primos, a minha própria e a da minha irmã. Coisinhas mais fofas! Dalvinha “nos trinques”, louríssima! Fotos e mais fotos muito legais que geraram o seguinte comentário de Carol (filha caçula de meu primo número 3 – somos 7 e eu sou a número 5): “Pôxa, vocês são velhos mesmo, hein? Quanta foto em preto-e-branco!!!!” Por isso, em sua homenagem, Carol Almeida (Simas por parte de pai) em PB:

O problema da tarde em família foi quando se descobriu o acervo do Seu Oscar, o Papparazzi. Se eu tivesse que resgatar todas as fotos nas quais apareço horrorosa – seja brega ou feia mesmo – estaria falida. Algumas valiam muito dinheiro, mesmo (uma delas com um indescritível lencinho vermelho amarrado no pescoço). Tudo bem, década de 80 e muitas fotos foram mal-tiradas mesmo (hehehe). No fim, me perdôo, mas nunca mais remexo aqueles álbuns. Never! Jamais!

Colcha de retalhos

É. Estou muito sem tempo. O ritmo no escritório está bastante puxado neste início de ano. Pra mim, não existe aquela teoria de que o ano só começa depois do carnaval. O tal do “pique de fim do ano” ainda não se tocou que o calendário já é outro e persiste em me manter bastante ocupada. Enrolada, na realidade. Ainda bem que também estou bastante inspirada e isso compensa o stress. Bom, o que segue neste post mais parece uma colcha de retalhos. São partes de assuntos um tanto desconexos sobreviventes de outros tantos que eu gostaria de comentar mas já esqueci quais são.

Sábado foi dia de Show do Oswaldo no Claro Hall e me dei conta de duas coisas. A primeira é que é um saco ir a um show sozinha. Não ter com quem comentar as músicas, as piadinhas, as lembranças que as músicas despertam é chato mesmo. Tá, até dá pra conversar no dia seguinte, contar pra mãe, etc. Mas não é a mesma coisa. Perde-se muito do que aconteceu ali na hora. E a segunda é que, se eu não fosse mais uma vez por não ter companhia, teria sido muito pior. A trupe toda no palco: Zé Alexandre, Sergio Chiavazolli, Eduardo Costa, Lui Coimbra. Público cantando junto. Poxa, valeu muito a pena, mesmo estando desacompanhada. Como pode? Coisas de Claudinha…

A semana desde então – excetuando-se o ritmo acelerado já citado e uma gripe (ou seria virose?) que me sugou as forças um bocado – prosseguiu sem grandes novidades. Não consigo terminar o livro que estou lendo (REIMAM, Joey. “Idéias”). Acho que o texto está muito repetitivo e isso piora cada vez que tento retomar a leitura e, conseqüentemente, preciso voltar uma ou duas páginas pra me situar. Mas vou terminá-lo ainda em janeiro. Questão de honra e, como muito bem diz João Gurgel: “a morte antes da desonra!”.

Na TV teve a estréia do BBB5, mais sem graça que os anteriores. Eu até tinha pensado em tentar assistir com um pouco mais de boa vontade dessa vez, mas não consigo. É mais forte que eu e acabo mudando de canal. Estreiou também “Hoje é dia Maria”. Aliás adorei “…Maria”. Mesmo com o sotaque exagerado super criticado. Achei tudo muito bonito, uma produção caprichada mesmo. Primorosa (essa é a palavra e que não sai da minha cabeça desde um dos churrascos de fim de ano aqui na empresa)! E as músicas, então? Tudo muito legal mesmo. A impressão que eu tive era que eu estava lendo a TV. Um livrinho de história em audio e video. Gostei muito. Pena que não consegui assistir ontem e hoje minha agenda também não vai permitir: show do Milton Guedes no Partitura. Imperdível! Depois conto como foi.

Antes de terminar, é só comigo ou mais alguém se assusta com o “carinha” que fica bisbilhotando os caixas eletrônicos do HSBC? Aquele cartaz me irrita profundamente porque eu sempre acho que tem mesmo alguém de soslaio atrás de mim … Ninguém merece!

Que venha 2005!

Fim do fim de ano! Nossa, como se confraterniza nesta empresa. Vários churrascos e várias “primorosas” garrafas de cerveja depois, a rotina e os horários voltam mais ou menos ao normal. Depois do natal concentrei-me nas tarefas de fim de ano no trabalho e nos preparativos para o reveillon. Havia decidido passar a virada do ano em Santos (junto com alguns daqueles amigos-mais-que-queridos que mencionei em um post passado) e pus o pé na estrada, ou melhor, na ponte-aérea. Vai entender. Fugi do tráfego irritante rumo à Região dos Lagos e acabei caindo no engarrafamento homérico rumo à Baixada Santista. Fazer o quê? Bom, no fim das contas, nem foi tão ruim: pouco mais de duas horas de estrada.

Foi um super feriado. Reencontrei muita gente querida e conheci pessoas maravilhosas das quais eu só havia ouvido falar. Foram muitas horas atualizando os assuntos, me divertindo bastante e ouvindo intermináveis comentários sobre o bicampeonato do Santos. A virada foi na beira da praia, em excelente companhia, devo dizer! Resumindo, foi um feriado bem agitado e acabei impedida de fazer a tradicional retrospectiva do ano.

Pra ser bem sincera, não sei mesmo se quero fazer retrospectiva. Basicamente, 2004 foi um ano de decisões importantes. Grandes reviravoltas. Mas que poderia ter passado sem os problemas causados por alguns tropeços e erros que só agora sei que poderiam ter sido evitados. Muitas mudanças e, taurina que sou, muita resistência também. Mas acho que a palavra de ordem para a minha vida em 2004 foi reencontro. Pode parecer piegas, mas devo ao Orkut os melhores momentos do ano. Tudo o que ele fez foi me reaproximar de pessoas que eu nem ousava mais sonhar reencontrar, fosse apenas reestabelecendo o contato ou mesmo proporcionando encontros de verdade, com abraços demorados e tudo. E tem sido maravilhoso. Mais que isso até. Uma verdadeira retomada de inspiração.

Planos para 2005? Não sei, sempre tive medo de fazê-los pra mim mesma e não cumpri-los ficando com minha consciência de juiz. Escrever, não sei se é uma boa idéia! Bom, mas vamos lá… começou, ta começado:

1) Ser menos preguiçosa e aproveitar melhor cada dia.
2) Voltar a estudar.
3) Ser menos implicante.
4) Cuidar de mim. Não vou fazer dieta (me alimento até muito bem) mas preciso me movimentar… E isso vai ser um problema! Ô!
5) Gastar menos (ou gastar melhor, se é que é possível).
6) Tomar mais cuidado para retornar todos os e-mails e telefonemas que recebo.
7) Ficar perto de quem me faz bem.
8) Ficar perto de quem precisar de mim.
9) Não perder o contato com aqueles que reencontrei em 2004.
10) Voltar a tocar um instrumento (isso depende diretamente do item 5).
11) Voltar a ir mais ao cinema. 2004 foi um desastre nesse sentido.
12) Ser feliz todos os dias. Um dia de cada vez, como tudo na vida.

Não está em ordem de prioridades e tenho certeza de que muita coisa ainda está de fora. Mas já é um avanço e tanto listá-las assim, publicamente. Vamos ver como eu me saio.

Finalizando, inspirada que estou, que desejo a todos um 2005 com todas as oportunidades do mundo assim como a mente aberta para enxergar cada uma delas e a força para perseguí-las e conquistá-las. Que consigamos realizar nossos sonhos, viver nossos amores, curtir nossas famílias e tocar nossas vidas com muita alegria, bom-humor e pessoas queridas à nossa volta. Super beijo!