Mês: dezembro 2004

Feliz Natal

Só passei por aqui para deixar meu beijo e abraço a cada um de vocês. Que esse feriado seja muito, mas muito especial e deixe em nossas vidas um pouquinho da paz que merecemos. E ainda, que ele traga aos nossos corações toda força e poder necessários para que consigamos transformar nossos desejos em realidade.

Tudo em Simas mesmo: pra família toda!

Acho que eu ainda estou sobre os efeitos do domingo. O dia hoje também foi memorável. Dia normal de trabalho, com toda a sua inerente complicação, mas os extras do dia foram bastante emocionantes. A primeira coisa foi interar-me de todos os pontos de vista possíveis sobre a festa de sexta. Claro que uma festa não é uma grande festa se não existirem os comentários sobre ela. Descobertas bem interessantes que não valem (ou não podem) serem publicadas, mas mesmo assim, tiveram seu papel.

Chegando perto da hora do almoço, Srta. Crisca entra na sala quase histérica: “A comida hoje é horrível!!!! Vamos almoçar fora!” Concentrada que estava em algumas tarefas, simplesmente acreditei nela e a turma do cafofo resolveu dar-se de presente um almoço no disputado Restaurante Siri do Galeão. Duas horinhas ótimas de folga saboreando um caprichado Risoto de Frutos do Mar que agradou bastante até mesmo quem não é assim tão fá de frutos do mar – eu!

Na volta telefonei pra minha mãe. Dalvinha sequer me esperou dizer o que eu queria (afinal fui em quem ligou) e me deu a notícia do ano: Vivi – Viviane Simas, minha irmã – tirou nota suficiente no ENEM para cursar Psicologia na Estácio com bolsa integral através do PROUNI do MEC! Eu nem acreditei… Sabem quando a notícia é tão boa que a gente tem medo de que esteja faltando um detalhe? Eu ainda perguntei, “Mãezinha, tem certeza? A bolsa é mesmo de 100%?” E não é que é mesmo! Olhei no site e ta lá o nome dela. Desculpem-me vocês mas estou feliz demais pra escrever certinho…. Ta quase falado eu sei, mas acho que não vou conseguir fazer de outra forma!

PARABÉNS, VI!!!!!! Estou muito feliz e orgulhosa, por você e de você!

Não foi um domingo qualquer

Gosto de domingos. É sério, gosto muito de domingos. E hoje foi um domingo bem legal. Manhã calminha com café decente – coisa que não me permito há muito, mas muito, tempo. Como não achei nada interessante pra ver na TV, resolvi matar as saudades de meu neguinho: DVD no Djavan no aparelho, posição estratégica no sofá e valeu-me boas duas horas de bastante paz de espírito. Djavan tem esse poder sobre mim. Com uma bússola, ele acerta minhas direções. Me deixa disposta, feliz, mente aberta, com vontade de curtir um máximo de coisas legais que eu puder ao mesmo tempo. Principalmente depois de ouvir “Boa Noite“. É a melhor canção do DVD por tudo. Principalmente neste domingo. Funcionou como um presságio – ou algo parecido:
“Fiquei mudo ao lhe conhecer…
O que vi foi demais, vazou
por toda selva do meu ser,
nada ficou intacto.
Na fronteira de um oásis,
meu coração em paz, se abalou:
É surpresa demais que trazes
‘Inda bem que eu sou FLAMENGO!!!
Mesmo quando ele não vai bem,
algo me diz em rubro-negro
que o sofrimento leva além:
Não existe amor sem medo
Boa noite!”
É isso: depois de todo o sofrimento deste campeonato, 6 x 2 foi um bom descarrego. MENGOOOOOOOOO!

Bom, antes que eu seja chamada de egoísta, lá vai:
SANTOOOOOOOOOOOOOSSSSSSSSSSSS!!!!!!!!!!!! Em homenagem aos meus mais que queridos amigos da Baixada Santista que, a essa altura dos acontecimentos, já devem estar totalmente sem voz. Sem dúvida eles são as estrelas do dia. Muitos e muitos beijos pra vocês!

Assisti ao jogo entre Botafogo e Atlético Paranaense no shopping, onde fui almoçar. Aliás, matei minha fome de comida japonesa – muito bem matada, por sinal! Pra ser mais exata, na hora dos jogos eu estava no salão, fazendo as unhas. Típico, não? Bom, mas foi assim, ué. Os jogos acabaram quase ao mesmo tempo que a manicure e decidi terminar o domingo no cinema. Fui assistir “Dança Comigo?” e amei! É sabido que sou muito pouco exigente com relação à filmes. E sendo assim, “facim facim”, uma razoável comédia romântica dificilmente será considerada ruim por esta crítica nada crítica. Pra aqueles que preferirem considerar que meu senso crítico é questionável, faço a seguinte pergunta: alguém conhece algum filme com a Susan Sarandon que seja ruim? Eu juro que não me lembro de nenhum. Algumas lágrimas discretas e eis-me aqui, concluindo o domingo numa lan-house onde um rapaz berra com o computador porque a sacerdotisa o está curando sem sua permissão. Vai entender….

Obs. 1: A formatação do post fica pra depois… Não consigo acertar cores nem grifar os nomes como de costume neste computador público e não faço a menor idéia do porquê. – DONE!

Obs. 2: A manhã djavaneada me fez lembrar de um dia bem legal, quando a Julinha (nem sei se ela se lembra disso) conseguiu colocar meu nome como assistente da produção do Multishow na lista da porta do lançamento do Songbook (2 volumes) do Djavan. Ai, ai… Beijão inter-oceânico pra você, Julia!

E a festa rolou

A semana foi bastante corrida sem tempo pra pensar no que escrever decentemente. O que rolou de bom estes dias: a festa do jornal, ué! Canecão, 1900 pessoas. Roda de samba no início, discurso dos diretores, banda Sigilo e bateria da União da Ilha. Me acabei. É que eu não me acerto com as fotos aqui no blog e não estou afim de pagar por um flog sem imitações e, sendo assim, não dá mostrá-los as fotos da festança, mas acreditem em mim: foi muito bom. No fim das contas, me enchi de bom humor para enfrentar o que viria pela frente: mais uma sexta-feira de aventura ao chegar em casa na madrigada. Como estava com uma bolsinha linda, mas sem espaço pra nada, resolvi tirar do chaveiro apenas a chave da fechadura principal – uma questão de praticidade. Fui trabalhar pela manhã e iria direto pro Canecão após a reunião mensal que já seria na sede do jornal à tarde. Nada demais não fosse o fato da minha querida faxineira (querida mesmo) ter ido cumprir suas obrigações quinzenais para com a lesada que vos escreve. Finitas suas tarefas o que ela fez? Trancou a porta. Trancou mesmo, as duas fechaduras! E assim, uma da madrugada me encontro de pé no corredor, ainda ensopada de suor, pés doídos de tanto samba sobre um salto 10 e trancada do lado de fora de meu refúgio mais desejado. Por que mesmo eu não tinha trazido as duas chaves em vez de uma penas? Praticidade, ora! Resultado, refugiei-me no apartamento de Crisca Querida que não conseguiu parar de rir de mim por não sei quantos minutos. Somente às 13 horas de sábado consegui entrar em casa e terminar a aventura… São muitas emoções!

Voltando um pouco, na quinta-feira foi a cerimônia de colação de grau da turma “Cadê a Bomba do Saddam Hussein?“, da qual faz parte justamente minha querida Crisca. Descobri por lá que ela é querida mesmo, não só por mim, mas por muita gente! Encontrei pessoas maravilhosas entre alunos, ex-alunos e professores. Foi uma noite bastante agradável – apesar do interminável, porém previsível discurso do Arlindo (quem mandou convidá-lo para Patrono?) Descobri ainda que Chico Dudu e Guilherme – membros do melhor SepcPol ever! – foram aprovados para o Mestrado de Ciências Políticas da UERJ. É isso rapazes: estou muito feliz e orgulhosa por vocês! Sempre mostrando que são bons em tudo o que fazem.

Chocada mesmo!

Tinha até outras coisas pra escrever e compartilhar como de costume, mas assistir à reportagem-denúncia da queima – literal – de arquivos do governo na Base Aérea de Salvador acabou com grande parte da minha inspiração. Parece que o século XXI recusa-se a chegar ao Brasil. Enquanto diplomatas brasileiros se gastam e se desgastam na interminável batalha por uma cadeira no Conselho de Segurança, enquanto Pinochet é condenado no Chile, enquanto a sociedade modestamente discute a abertura dos arquivos da ditadura, marcamos passo ao nos deparar com essa cena louca. Os documentos queimados por si só já chocam. Mas o que me deixou verdadeiramente abalada foram os registros de 1989 e 1994. Um vereador que falava bem de Cuba e uma sindicalista, ambos fichados, suspeitos, dignos de observação – em suspeição. Outro dia falei de segurança. “É seguro manter um blog?” perguntei. Estou começando a duvidar. Quem garante que nós, ingênuos blogueiros, já não estamos fichados por espalhar devaneios aos quatro ventos? Não sou muito de dar ouvidos ou mesmo tolerar as mais diversas teorias conspiratórias que transcendem as mídias e se multiplicam pela web, mas confesso que estou assustada. Se os citados documentos forem falsos, perdemos a confiança (?!) na mídia; se forem verdadeiros, perdemos a confiança na democracia. Tem saída?

Segurança?

O que é segurança? “Me expliquem como se eu fosse uma criancinha de seis anos…”
Trava nas portas? Carro blindado? Guarda-costas? Polícia? Forças armadas?
Camisinha? Abstinência?
Família? Amigos?
Emprego? Estabilidade?
Tudo isso? Nada disso?
É seguro ficar em casa? Ler um romance? Cozinhar? Manter um blog?
Quero saber o quanto é seguro ser sincero, ser honesto, compartilhar.
Ficar sozinho é seguro? Relacionar-se? Trair? Romper? Esquecer?
Decidir é seguro? E decidir-se? Dormir? Pensar? Imaginar? Sonhar? E desejar?
Confirmar, só por segurança, é seguro? Ensaiar, pra dar segurança, é seguro? Esclarecer? Concordar? Discordar?
Quem é totalmente seguro? Quem está totalmente seguro? É necessário ser ou estar seguro? Para que ser ou estar seguro? Para quem? Por quem? Quando? Por quê?
Existe o amar com segurança? Existe o viver com segurança? Existe o tal porto seguro? Se existe, está aberto a todos?

Você está seguro disso?

Ontem e hoje

Prometo não ficar colocando letras de música o tempo todo, mas esta foi a última música que escutei ontem e a primeira ao acordar hoje pela manhã…. Sinal de quê?

Desenho de Giz
(João Bosco e Abel Silva)

Quem quer viver do amor
Mas não quer de suas marcas
Qualquer cicatriz
ilusão do amor não é risco na areia, desenho de giz
Eu sei o que vocês vão dizer
que a questão é querer, desejar, decidir
Aí diz o meu coração:
Que prazer tem bater se ela não vai ouvir?
Aí minha boca me diz:
Que prazer tem sorrir se ela não me sorri também?
Quem pode querer ser feliz se não for por um grande amor?

Eu sei o que vocês vão dizer
A questão é querer, desejar, decidir
Aí diz o meu coração:
que prazer tem bater se ela não vai ouvir?
Cantar? Mas me diga pra quê
E o que vou sonhar só querendo escapar à dor?
Quem pode querer ser feliz se não for por um amor?

Maravilhas do Findi: Mr. Big e o Clube de Castores

Zapeando durante os comerciais da saga/siga de Maria do Carmo & Cia, encontrei o episódio de Sex & the City no qual Mr. Big se despede de Nova York. Ele é fantástico, lindo, charmoso, simpático e ainda atura todas as nóias da Carry (e tenho toda autoridade do mundo para falar de nóias!). Maravilhoso, não? Tudo bem, tietagem explícita de manhã cedo por um personagem de um dos seriados mais pops de todos os tempos não é bem o meu estilo, mas não resisti. No episódio de ontem ele colocou Moon River (em vinil) pra tonta da Carry escutar. Era a música preferida dos pais dele, e a pateta da Carry só soube dizer: “uau, que piegas!” Dá pra torcer por uma protagonista dessas? E ele ainda deixou uma passagem para ela… Babei….

Babei também quando voltei para ver o finzinho da novela e a cena era do Barão de Bonsucesso que habilmente conseguia fazer com que sua amada – D. Laura – se submetesse aos exames que irão diagnosticar, em breve, que ela está sofrendo do fatídico Mal de Alzheimer. Uma cena simples mas que deu um banho de romantismo e sensibilidade em todo o núcleo principal da estória, repleto dos clichês folhetinescos. Fim da novela e mais uma rodada no controle remoto. Estava passando Meia-Noite no Jardim do Bem e do Mal, Mas já estava pra lá do meio… Uma pena porque eu a-do-ro esse filme! Fui dormir.

Bom, chega de tv. Fazendo o update sobre o fim de semana, saiu quase tudo como o planejado. De inesperado, (é claro que eu tenho que me atrapalhar, não?) foi o fato de eu ter esquecido em casa o resumo do livro Le Colonel Chabert que eu deveria apresentar no curso de francês. Sem problemas, só tive que tentar gaguejar o menos possível. Claro que não funcionou bem assim (nunca gaguejei tanto na vida) e acho que deu pra enganar… Mas deu um nervosim!

Da Aliança Francesa, em Botafogo, para o Saara, no centro da Cidade. Esqueci completamente que já estamos em ritmo de compras de Natal. O lugar estava que era só cabeça para qualquer lado que eu olhava. Só consegui encontrar parte do kit de presentinhos que quero montar para o meu querido Inimigo Oculto. Não dava pra procurar mais, afinal ainda havia muito que fazer e eu ainda tinha a opção da Feira de S. Cristóvão no domingo (hoje vai ser a entrega dos presentes e amanhã já posso contar quem é meu querido Inimigo Oculto e o que ele ganhou, ok?).

Corri pra Tijuca. Almoço e salão (santa vaidade, Batman!) e após “enruivecer”, coloquei-me a caminho da Ilha do Governador, pro Encontro de Natal do DCC-01. Mais uma vez encontrei amigos mais que queridos e valiosos. Fui pra cozinha (pra variar, afinal o CC RJ Ilha do Governador sempre foi uma segunda casa pra mim) e, terminado o jantar, fui dormir na casa da Ana Paula e do Lúcio (com os quais também não falava há quase dez anos). Papo vai, papo vem, fomos dormir pra lá de 3 horas da manhã! Mas como valeu a pena. É muito bom poder reencontrar pessoas queridas, vê-las tão bem e saber que ainda temos muito assunto em comum. Acabei me rendendo ao gostinho de quero mais e voltei pro segundo dia do Encontro. Já mencionei que estava me sentindo em casa, mas no encerramento fui “adotada” de vez: saí do Encontro devidamente empossada como CC Honorária do CC RJ-Ilha do Governador. Foi realmente um grande presente de Natal e me sinto muito honrada por isso. E vamos trabalhar!

Terminei o domingo em casa após passar na Feira de S. Cristóvão e terminar meu Kit (e como adoro aquele lugar!) assistindo Harry Potter e a Pedra Filosofal e pronta, agora, pras emoções da semana….

Ipanema, 2 de dezembro de 2004

Ontem foi dia de festa. Como sabem bem os mais próximos, não sou chegada a noitadas durante a semana, primeiro, por ter encaretado demais nos últimos anos e, segundo, por estar me sentindo uma velha sem forças (inclusive já falei disso bem lá atrás…). Bom, o fato é que fui convidada para uma festa de aniversário e resolvi aventurar-me na noite de quinta-feira em Ipanema. A disposição apareceu (eram quase 21:30 quando entramos, Silvete e eu, no metrô – só com muita disposição mesmo) e, definitivamente, valeu muito a pena. Foi uma festa e tanto. O espaço era perfeito, com comidinhas e bebidas fartas e música boa pra dançar. Adorei exorcizar a fadiga das duas últimas semanas dançando ininterruptamente. Me fez bem. De verdade mesmo, fez mais bem pro corpo do que pra alma porque no fundo, bem lá no fundo, fiquei com a sensação de que estava faltando alguma coisa. E não me arrisco a expressar qualquer coisa a respeito dessa sensação de falta de forma a não torná-la verdade. O que isso quer dizer, não sei. Não vou me preocupar com isso agora.

O fim de semana vai ser agitado. Aula de francês pela manhã, Saara e Feira de São Cristóvão à tarde (para comprar os presentinhos de meu querido Inimigo Oculto) e Encontro de Natal do Clube de Castores à noitinha, na Ilha. Muita coisa pra fazer e pouco tempo pra pensar em sensações inultilmente insistentes (não consegui tirar isso da minha cabeça o dia inteiro).

Outra coisa que não me saiu da cabeça:
“Se por acaso morrer do coração, é sinal que amei demais,
Mas, enquanto estou viva e cheia de graça, talvez ainda faça um monte de gente feliz.” (Rita e Roberto)

Contraditório, não?….

Clube da esquina

Ontem consegui chegar em casa a tempo de assistir ao finalzinho do Conversa Afinada com o Lô Borges. Cada vez que o vejo mais me impressiona a sua simplicidade, seja no seu jeito de falar ou nas suas composições. Há alguns meses eu estava sugerindo músicas pro meu amigo Mombaça Coisa Preta Mais Querida incluir em seu repertório (pretenciosa, não?). Não lembro de quem foi a idéia, mas dentre muitas viagens loucas que fizemos, surgiu Sonho Real. Acho que esta música estava escondida em cantinho obscuro de minha mente porém, à sua simples menção, várias imagens pularam à minha frente me fazendo revivê-las desde então: pessoas, momentos, lugares, sensações, cheiros e outras músicas. E essa canção representa exatamente a simplicidade a que me refiro. Sentimentos do mundo, expressados de uma forma genialmente simples que não pede erudição alguma para entendê-la. Apenas as próprias experiências de quem a escuta.

SONHO REAL

(Lô Borges/Ronaldo Bastos)

A primeira vista
A paixão não tem defesa
Tem de ser um grande artista
Pra querer se segurar
Faz tremer a perna
Faz a bela virar fera
Quando alguém que a gente espera
Quer se chegar

Só de pensar
Já me faz mais feliz
Nem bem o amor começa
Eu já quero bis
Chega e instala a beleza
No mesmo momento. . .

Ilusão tão boa
Quanto o astral de uma pessoa
Chega junto, roça a pele
E já quer se enroscar
Lê seu pensamento
Paralisa seu momento
Ao se encostar

Felicidade pode estar pelo sim
Às vezes do teu lado
Tem alguém afins
Chega e instala a beleza
No mesmo momento. . .

Vem andar comigo
Numa beira de estrada
Desse lado ensolarado
Que eu achei pra caminhar
Vem meu anjo torto
Abusar do meu conforto
Ser meu bem em cada porto
Que eu ancorar

Felicidade pode estar pelo sim
Às vezes do teu lado
Tem alguém afins
Chega e instala a beleza
Momento de sonho real…


Precisa falar mais? Fiquei tentada a destacar meus versos preferidos, mas deixa pra lá…..

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