Categoria: Televisão

Das Confissões

De vez em quando me agarro a falas da ficção que ficam remoendo por dentro, seja por amiração ou mesmo por identificação. Já falei inclusive num post velho que vivo repetindo falas do cinema de forma aleatória no meu dia a dia. Algumas não são para repetir, são para refletir. Uma delas é uma óbvia confissão de How I Met Your Mother:

“Actually, there is a word for that. It’s love. I’m in love with her, okay? If you’re looking for the word that means caring for someone beyond all rationality and wanting them to have everything they want no matter how much it destroys you, its love! And when you love someone y-you just don’t stop. Ever. Even when people roll their eyes, or call you crazy, even then, especially then! Y-you just don’t give up, because if I could give up, if I could just take the world’s advice and move on and find someone else that wouldn’t be love! That would be some other disposable thing that is not worth fighting for… But that is not what this is. So please, can I have the locket?”

Romântica, eu? Nego até morrer!

Twestival Rio 2011

Ontem foi dia de Twestival mundo afora. Aqui no Rio, o evento organizado pelos queridos Cláudia Catherine e Roney Belhassof aconteceu no restaurante Andy’s Brasil no Leblon. Além de rever muita gente boa que entrou na minha vida através do @tudoemsimas, também pude conhecer o próprio Andy’s do qual eu só havia ouvido falar (muito bem) até então. O Twestival Rio desse ano (o logo ao lado foi criado pela talentosa @happymoon) adotou a Casa de Apoio à Criança com Câncer Santa Teresa (CACCST), fundada em 2005 e que tem por finalidade apoiar as crianças portadoras de Neoplasia (câncer infantil). Para ajudar a garantir que as famílias das crianças deem início e continuidade ao tratamento da doença, a CACCST oferece hospedagem, alimentação e transporte até os hospitais de tratamento, com retorno à Instituição. Além disso, distribuem apoio nutricional para as famílias carentes dessas crianças mensalmente, que também contam com serviço de Assistência Social (toda a família), Orientação Psicológica, Odontológica, Pedagógica, Recreação e outras atividades de cunho social. 

Marcou passo e não se ligou no evento global mais social do Twitter? Sem grilos, ainda dá para ajudar: visite o site do Twestival da sua cidade e veja as opções de doação. Para quem participou presencialmente do Twestival Rio, cada $10,00 em doações dava um cupom para sorteio e eu fui contemplada com a Box da 5ª temporada completa de Lost – A Jornada de Volta – Edição Estendida (região 4). Como não sou fã ardorosa da série que arrebatou corações mundo afora, faço aqui uma proposta aos meus amigos e fãs da série: vamos fazer um leilãozinho em benefício da mesma CACCST? Vai funcionar assim: lance inicial de R$ 10,00 e lances incrementais de R$3,00. Começamos hoje e temos até o próximo sábado (2 de abril) para batermos o martelo. O box será entregue via Sedex após a comprovação do depósito em minha conta do valor referente ao arremate e publicarei aqui a prestação de contas da doação à CACCST
Tudo bem que você já viu a série toda na TV ou baixou todos os episódios via torrent, mas um box é sempre um box, não? Você pode começar ou completar sua coleção ou dar o box de presente para um amigo ou familiar e, ao mesmo tempo, ainda dar uma ajudinha básica a uma instituição que faz um trabalho maravilhoso e precisa de toda ajuda possível. E então, quem me ajuda a fazer essa boa ação?

Touchdown!!!!!

Mesmo quem não leu o perfil, ali ao lado, deve ter reparado que, como vira e mexe eu comento alguma coisa sobre football, é porque devo gostar da tal bola oval sendo jogada com as mãos pelos norte-americanos. Pois é. E hoje foi dia de nada mais, nada menos que o Super Bowl XLIII! Arizona Cardinals contra Pittsburgh Steelers em Tampa Bay City, na Flórida. Meu primeiro Super Bowl ao vivo foi o de número 41, há dois anos, quando torci ardentemente para o Chicago Bears que perdeu para o Indianápolis Colts de Peyton Manning e Cia. Hoje enxergo melhor as jogadas e curto muito mais o jogo. E que jogo, senhoras e senhores! O Metalúrgicos de Pittsburgh eram os claros favoritos, não só pela campanha durante a temporada de 2008 mas também pela tradição do clube que jogou sua sétima final buscando o hexacampeonato.

No primeiro quarto do jogo parecia que tal favoritismo estava confirmado. Mas o que vale pro futebol daqui, também vale pro football de lá: jogo se ganha dentro das quatro linhas e o segundo quarto foi dominado pelos valentes Cardeais. A segundos do fim do segundo quarto do jogo veio uma das jogadas mais sensacionais que eu já assisti: o Cardinals estava a uma jarda do touchdown e sofreu interceptação do digníssimo James Harisson que retornou 100 jardas (pouco mais de 90 m) para marcar para o Steelers. O cara – grande pra caramba e que não é atacante – roubou a bola a menos de 30 cm da própria end zone e correu o campo inteiro para pontuar. Segundo a ESPN, o maior retorno de interceptação para touchdown de toda a história do Superbowl. Fim do primeiro tempo: Steelers 17 x 7 Cardinals.

O show do intervalo é praticamente incomentável, se é que existe essa palavra. Com 24 minutos de duração (o intervalo de um jogo da temporada regular dura apenas 12 minutos), assistimos a um impecável show de organização. Podemos falar o que quisermos dos americanos, mas eles entendem de entretenimento. O palco é montado e desmontado durante o intervalo e o show do artista dura em média 12 minutos. Já passaram por ali Elton John, Paul McCartney, Rolling Sotnes, Prince e outros monstros sagrados da música mundial. Esse ano foi a vez de “The Boss” Bruce Springsteen e sua E Street Band. Foram 4 musiquinhas, incluindo Working in a Dream e fechando com Glory Days perfeitamente sincronizados com fogos de articício de arrepiar.

Antes do jogo eu achava que ia dormir no intervalo, perto de 23:30… Ledo engano.

Sobre o segundo tempo eu não vou conseguir escrever a altura. Foram duas viradas de jogo, a menos de 3 minutos do final da partida. O Cardinals virou para 23 x 20, com recepção e corrida de Larry Fitzgerald – novo recordista de TDs na pós temporada – e o Steelers marcou o touchdown do título menos de 2 minutos depois, com uma jogada fantástica do “Big” Ben Roethlisberger para um preciso Santorio Holmes (eleito o MVP da partida), e fechando em 27 x 23 seu 6o. título em um Super Bowl. O que me impressiona é como um jogo pode ser tão emocionante considerando a frieza com que os quarterbacks têm que jogar até o último segundo. Muitos passes certeiros e recepções perfeitas. Show de jogo, torcida, transmissão, tudo. O triste é ter que esperar até setembro para a nova temporada…

PS: Sobre os comerciais mais caros do mundo, aos quais eu me referi antes, eles já estão disponíveis no site da NFL, aqui.

Updates às 23:00 :
– Discurso do quarterback Kurt Warner do Cardinals sobre a derrota: “Estou orgulhoso do nosso time. Talvez seja por isso que não me sinto tão mal pela derrota. Esses caras superaram as expectativas de todos e foi muito divertido jogar ao lado deles. Tiro meu chapéu para os Steelers. Eles fizeram jogadas sensacionais… Eles venceram. Não fomos nós que perdemos.” Quando eu crescer quero ser superior assim que nem ele!
– Galeria de fotos, cortesia da Globo.com, aqui.
– Já asssiti aos comerciais. Meus preferidos são os da Pepsi (alguns), Doritos (quase todos), Pedigree, Monster.com, Audi (com o Jason Statham), Careerbuild.com, Cars.com e o da Sobe com os jogadores. Tenho que reconhecer que o da – errr – Bridgestone, com o casal Sr. e Sra. Batata, também é muito bom. Ah! E também tem o trailer de “Monters vs Aliens” que é hilário e tem 1:30min (lembrem-se: 30s = USD 3 MI). Vocês acham que são muitos os preferidos? No site na verdade são quase 80 comerciais com os filmes deste e do SB XLII. Mas pra mim deu empate na escolha do number 1: esse e esse. Que irônico…

Ele é Brasileiro?

SIIIIMMMM!
Porque, caramba, ele não desiste nunca mesmo!

Rolei de rir com esse vídeo. De doer a barriga. Esta divertida sátira – com os atores Ricardo Pipo (o Palestrante) e Welder Rodrigues (Joseph Climber) – é uma das engraçadíssimas performances da Cia Os Melhores do Mundo. Como é que eu não conhecia esses caras?

Posso falar sem medo de ser cliché: rir é o melhor remédio! (Ok, eu sei que vira e mexe eu sou ‘cliché’, mas disfarça, vai…)

Páginas do Quê?!?!?! ou Fundação do MAMaCa

Fala sério! O cara deve ter ficado gagá. Dois dias de novela foram suficientes para me motivar a fundar o MAMaCa: Movimento Abaixo o Manoel Carlos. Isso mesmo: MAMaCa, escroto assim mesmo (desculpa mãe!). Sua nova obra mal pode ser desiginada como “obra”. Folhetim de última categoria e ainda tenho dúvidas se pode-se usar também a palavra “folhetim” nesse caso. Ele diz que ama o Rio de Janeiro, mas se for isso é o tipo de amor doentio que faz mal ao objeto do tal “amor”. A primeira cena mostra um helicóptero da polícia com armas de guerra apontadas para a favela ao som de “Cidade Maravilhosa” (André Filho deve ter pedido para nunca mais reencarnar depois desta) e um arrastão que não dá nem para descrever seguido de um atropelamento onde o polícial era uma múmia. A PM do Rio não é lá grande coisa mas está longe de não saber o que fazer ainda mais em plena Delfim Moreira. A personagem da Lilia Cabral chuta o elemento e depois solta um “vai à merda” homérico. Oops, melhor deixar Homero fora disso… Sinceramente, acho que o estereótipo é uma péssima opção de metáfora. Não tem nenhum lado bom.

E as personagens? Dramaturgicamente eles são tolos, vazios, fúteis, mal estruturados, mal escritos. Os diálogos são horrorosos. Forçados. No capítulo desta noite o taxista se recusava a ir onde a passageira pedia. Eu nunca, nunca vi isso! A personagem do Tarcísio Meira deveria ser um patriarca devotado à família segundo a sinopse, mas em sua primeira cena vomita seu favoritismo para um dos genros, sem se importar se está magoando ou não as outras filhas. Imagina se ele não se importasse com a família? Credo! Não preciso enumerar os absurdos desfilados nestes dois primeiros dias. A novela é pura perda de tempo e eu já desperdicei o meu até escrevendo este post.

E isso é tudo: só extremos, estereótipos inúteis. Nem os atores salvam. Ou se fala de sexo, dinheiro ou de violência. Sempre defendi as obras de ficção. Sempre achei legal a idéia de que no folhetim tudo é possível, mas também acredito que nem tudo é aceitável. Nunca pensei que fosse dizer isso, mas tenho que me render: tirem as crianças da sala. É realmente extremamente deprimente. Me desculpem a cacofonia, mas se Manoel Carlos – que é profissional – não sabe mais escrever decentemente, eu que sou só uma amadora posso ao menos cometer um deslizezinho, não?

Temporada de finais de temporada

Estas duas últimas semanas estão acabando comigo! Quinta passada me peguei em desespero na frente do computador tentando refrear a tentação de pesquisar notícias sobre os últimos episódios de várias séries. Coisa de maluco mesmo. Me angustiei com as angústias da Lorelai, chorei horrores com a morte do Gallant e ainda sofri um bocado com as reprises da última temporada de Friends e da oitava temporada de ER, coincidentemente, a primeira do Gallant e a última do Dr. Greene no hospital escola. Consegui me conter e vou ser capaz de esperar até quinta para, segundo a chamada da emissora, “perder o fôlego”.

Ontem (segunda) foi outro dia de desespero na frente da telinha. Não tenho sido fiel à Close-to-Home, mas assisto sempre que consigo. Na verdade é mais um folhetim advocatício, que me conquistou apenas por conta da protagonista: uma promotora dedicada que tem na família seu braço forte. Achei muito legal existir uma personagem assim, digamos, tão simples e tão estável. As séries normalmente retratam superprofissionais que têm sérios problemas particulares e Annabeth Chase fugia desse padrão. Tudo bem que vida normal, sem drama, não dá ibope, mas achava legal esse diferencial (de repente foi disso que a grande maioria não gostou, vai saber…). Até que veio o último episódio e mudou tudo. Caraca… O jeito é esperar para saber se haverá nova temporada e o que vai ser da mocinha. No máximo, vai se tornar realmente mais um folhetim advocatício, cheio dos clichês tradicionais, e eu acabo por deixar de assistir assim como abandonei Law & Order, Whithout a Trace e tantos outros.

Colcha de retalhos

É. Estou muito sem tempo. O ritmo no escritório está bastante puxado neste início de ano. Pra mim, não existe aquela teoria de que o ano só começa depois do carnaval. O tal do “pique de fim do ano” ainda não se tocou que o calendário já é outro e persiste em me manter bastante ocupada. Enrolada, na realidade. Ainda bem que também estou bastante inspirada e isso compensa o stress. Bom, o que segue neste post mais parece uma colcha de retalhos. São partes de assuntos um tanto desconexos sobreviventes de outros tantos que eu gostaria de comentar mas já esqueci quais são.

Sábado foi dia de Show do Oswaldo no Claro Hall e me dei conta de duas coisas. A primeira é que é um saco ir a um show sozinha. Não ter com quem comentar as músicas, as piadinhas, as lembranças que as músicas despertam é chato mesmo. Tá, até dá pra conversar no dia seguinte, contar pra mãe, etc. Mas não é a mesma coisa. Perde-se muito do que aconteceu ali na hora. E a segunda é que, se eu não fosse mais uma vez por não ter companhia, teria sido muito pior. A trupe toda no palco: Zé Alexandre, Sergio Chiavazolli, Eduardo Costa, Lui Coimbra. Público cantando junto. Poxa, valeu muito a pena, mesmo estando desacompanhada. Como pode? Coisas de Claudinha…

A semana desde então – excetuando-se o ritmo acelerado já citado e uma gripe (ou seria virose?) que me sugou as forças um bocado – prosseguiu sem grandes novidades. Não consigo terminar o livro que estou lendo (REIMAM, Joey. “Idéias”). Acho que o texto está muito repetitivo e isso piora cada vez que tento retomar a leitura e, conseqüentemente, preciso voltar uma ou duas páginas pra me situar. Mas vou terminá-lo ainda em janeiro. Questão de honra e, como muito bem diz João Gurgel: “a morte antes da desonra!”.

Na TV teve a estréia do BBB5, mais sem graça que os anteriores. Eu até tinha pensado em tentar assistir com um pouco mais de boa vontade dessa vez, mas não consigo. É mais forte que eu e acabo mudando de canal. Estreiou também “Hoje é dia Maria”. Aliás adorei “…Maria”. Mesmo com o sotaque exagerado super criticado. Achei tudo muito bonito, uma produção caprichada mesmo. Primorosa (essa é a palavra e que não sai da minha cabeça desde um dos churrascos de fim de ano aqui na empresa)! E as músicas, então? Tudo muito legal mesmo. A impressão que eu tive era que eu estava lendo a TV. Um livrinho de história em audio e video. Gostei muito. Pena que não consegui assistir ontem e hoje minha agenda também não vai permitir: show do Milton Guedes no Partitura. Imperdível! Depois conto como foi.

Antes de terminar, é só comigo ou mais alguém se assusta com o “carinha” que fica bisbilhotando os caixas eletrônicos do HSBC? Aquele cartaz me irrita profundamente porque eu sempre acho que tem mesmo alguém de soslaio atrás de mim … Ninguém merece!

Maravilhas do Findi: Mr. Big e o Clube de Castores

Zapeando durante os comerciais da saga/siga de Maria do Carmo & Cia, encontrei o episódio de Sex & the City no qual Mr. Big se despede de Nova York. Ele é fantástico, lindo, charmoso, simpático e ainda atura todas as nóias da Carry (e tenho toda autoridade do mundo para falar de nóias!). Maravilhoso, não? Tudo bem, tietagem explícita de manhã cedo por um personagem de um dos seriados mais pops de todos os tempos não é bem o meu estilo, mas não resisti. No episódio de ontem ele colocou Moon River (em vinil) pra tonta da Carry escutar. Era a música preferida dos pais dele, e a pateta da Carry só soube dizer: “uau, que piegas!” Dá pra torcer por uma protagonista dessas? E ele ainda deixou uma passagem para ela… Babei….

Babei também quando voltei para ver o finzinho da novela e a cena era do Barão de Bonsucesso que habilmente conseguia fazer com que sua amada – D. Laura – se submetesse aos exames que irão diagnosticar, em breve, que ela está sofrendo do fatídico Mal de Alzheimer. Uma cena simples mas que deu um banho de romantismo e sensibilidade em todo o núcleo principal da estória, repleto dos clichês folhetinescos. Fim da novela e mais uma rodada no controle remoto. Estava passando Meia-Noite no Jardim do Bem e do Mal, Mas já estava pra lá do meio… Uma pena porque eu a-do-ro esse filme! Fui dormir.

Bom, chega de tv. Fazendo o update sobre o fim de semana, saiu quase tudo como o planejado. De inesperado, (é claro que eu tenho que me atrapalhar, não?) foi o fato de eu ter esquecido em casa o resumo do livro Le Colonel Chabert que eu deveria apresentar no curso de francês. Sem problemas, só tive que tentar gaguejar o menos possível. Claro que não funcionou bem assim (nunca gaguejei tanto na vida) e acho que deu pra enganar… Mas deu um nervosim!

Da Aliança Francesa, em Botafogo, para o Saara, no centro da Cidade. Esqueci completamente que já estamos em ritmo de compras de Natal. O lugar estava que era só cabeça para qualquer lado que eu olhava. Só consegui encontrar parte do kit de presentinhos que quero montar para o meu querido Inimigo Oculto. Não dava pra procurar mais, afinal ainda havia muito que fazer e eu ainda tinha a opção da Feira de S. Cristóvão no domingo (hoje vai ser a entrega dos presentes e amanhã já posso contar quem é meu querido Inimigo Oculto e o que ele ganhou, ok?).

Corri pra Tijuca. Almoço e salão (santa vaidade, Batman!) e após “enruivecer”, coloquei-me a caminho da Ilha do Governador, pro Encontro de Natal do DCC-01. Mais uma vez encontrei amigos mais que queridos e valiosos. Fui pra cozinha (pra variar, afinal o CC RJ Ilha do Governador sempre foi uma segunda casa pra mim) e, terminado o jantar, fui dormir na casa da Ana Paula e do Lúcio (com os quais também não falava há quase dez anos). Papo vai, papo vem, fomos dormir pra lá de 3 horas da manhã! Mas como valeu a pena. É muito bom poder reencontrar pessoas queridas, vê-las tão bem e saber que ainda temos muito assunto em comum. Acabei me rendendo ao gostinho de quero mais e voltei pro segundo dia do Encontro. Já mencionei que estava me sentindo em casa, mas no encerramento fui “adotada” de vez: saí do Encontro devidamente empossada como CC Honorária do CC RJ-Ilha do Governador. Foi realmente um grande presente de Natal e me sinto muito honrada por isso. E vamos trabalhar!

Terminei o domingo em casa após passar na Feira de S. Cristóvão e terminar meu Kit (e como adoro aquele lugar!) assistindo Harry Potter e a Pedra Filosofal e pronta, agora, pras emoções da semana….

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