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Aquela velha opinião

O querido amigo Edu comentou que o TeS ficou profissa com essa carinha nova. Incorporando este espírito de nova fase do Tudo em Simas Corporation Limitada Sociedade Anônima, muito nos orgulha informar que nossos colunistas seguem espalhando-se internet afora!

Uma das principais paixões desta corporação, o Flamengo é nossa pauta no Bola Pra Quem Sabe, em sua novíssima versão 2012. No Bola o fá do futebol encontra no mínimo dois colunistas por clube carioca com posts diários, futebol internacional, negócios esportivos, vídeos de jogos históricos e gols atualizados.

A grande novidade da temporada é que agora também somos experts em Futebol Americano e nossos pitacos estão na coluna Boloval do conceituadíssimo Donas da Bola, plataforma multiesportiva o ponto de vista, o charme e a malemolência da mulher brasileira.

Recomendamos e agradecemos a preferência.

1, 2, 3. Testando…

Cá estou eu. Adúltera. Traindo o Blogger, companheiro de longa data e tantos perrengues. Mas o domínio próprio me seduziu. Também ajudou a necessidade de colocar em prática o #OccupyMinhaMente e de cortar a corda.

Vida que segue.

Hope

Eduardo & Mônica

Voltei no tempo. Hoje pela manhã foi como se o tempo tivesse voltado a 1986. Estou de volta à sétima série, ao pátio do Colégio Santa Maria, às mesinhas da Degrau Lanchonete, aos bancos dos ônibus da Flores, aos corredores do CCAA. E, onde quer que fosse, sempre que tinha uma musiquinha rolando, não tardava a tocar Legião Urbana. Era a hora e a vez do disco DOIS – O Disco – que tinha, entre outras, “Daniel Na Cova Dos Leões“, “Quase Sem Querer“, “Acrilic On Canvas” (uma de minhas favoritas ever), “Tempo Perdido“, “Andrea Doria” (outra das favoritas ever), “Fábrica“, “Índios” e “Eduardo e Mônica“.

Naquela época eu mal havia beijado na boca. Tinha várias paixões e subsequentes desilusões intensas. E eu não entendia como a Mônica podia olhar pro Eduardo – que tinha 16 – porque na verdade eu morria de ciúmes, achando que eram tipos como a safada da Mônica que não deixavam o Eduardo que só tinha 16 olhar para as meninas de 13, como eu. Ou seja, queria me convencer que a Mônica era uma retardada, fazendo medicina e dando confiança pro pirralho que podia ser da minha turma no cursinho de inglês. Com o passar do tempo fui me acostumando com a ideia de rapazes fascinados por garotas mais velhas e fui aprendendo a curtir a baladinha que era sobre muito mais do que só isso.

Era a história bem humorada de um casal cheio de diferenças que ralou pra ficar junto. Não um casal que superou as diferenças, mas que aprendeu a viver com elas. Porque cada detalhe bizarro de um acrescentava algo inesperado ao outro, um novo ponto de vista, uma jeito diferente de viver, perspectivas diversas, fora de suas próprias curvas. E só assim, juntos e separados, eles seguraram legal a barra mais pesada que tiveram. Era difícil imaginar tanta diferença danto certo, mas hoje, às vésperas do dia dos namorados, a agência África, a O2 Filmes e a Vivo conseguiram fazer um filminho publicitário (dirigido por Nando Olival) só para o youtube, que respeitou a simplicidade da letra de Renato Russo e colocou na telinha as espectativas de toda uma geração.

Eduardo e Mônica talvez já estejam separados, mas devem ser daqueles casais que continuam amigos de vida inteira. Se juntos ainda, talvez estejam comemorando suas Bodas de Prata. Não com festa pomposa – que seria a cara do Eduardo – mas com mais uma viagem. Não interessa o final. O legal é o durante, que fez parte da vida de muitos adolescentes, como eu.

Twestival Rio 2011

Ontem foi dia de Twestival mundo afora. Aqui no Rio, o evento organizado pelos queridos Cláudia Catherine e Roney Belhassof aconteceu no restaurante Andy’s Brasil no Leblon. Além de rever muita gente boa que entrou na minha vida através do @tudoemsimas, também pude conhecer o próprio Andy’s do qual eu só havia ouvido falar (muito bem) até então. O Twestival Rio desse ano (o logo ao lado foi criado pela talentosa @happymoon) adotou a Casa de Apoio à Criança com Câncer Santa Teresa (CACCST), fundada em 2005 e que tem por finalidade apoiar as crianças portadoras de Neoplasia (câncer infantil). Para ajudar a garantir que as famílias das crianças deem início e continuidade ao tratamento da doença, a CACCST oferece hospedagem, alimentação e transporte até os hospitais de tratamento, com retorno à Instituição. Além disso, distribuem apoio nutricional para as famílias carentes dessas crianças mensalmente, que também contam com serviço de Assistência Social (toda a família), Orientação Psicológica, Odontológica, Pedagógica, Recreação e outras atividades de cunho social. 

Marcou passo e não se ligou no evento global mais social do Twitter? Sem grilos, ainda dá para ajudar: visite o site do Twestival da sua cidade e veja as opções de doação. Para quem participou presencialmente do Twestival Rio, cada $10,00 em doações dava um cupom para sorteio e eu fui contemplada com a Box da 5ª temporada completa de Lost – A Jornada de Volta – Edição Estendida (região 4). Como não sou fã ardorosa da série que arrebatou corações mundo afora, faço aqui uma proposta aos meus amigos e fãs da série: vamos fazer um leilãozinho em benefício da mesma CACCST? Vai funcionar assim: lance inicial de R$ 10,00 e lances incrementais de R$3,00. Começamos hoje e temos até o próximo sábado (2 de abril) para batermos o martelo. O box será entregue via Sedex após a comprovação do depósito em minha conta do valor referente ao arremate e publicarei aqui a prestação de contas da doação à CACCST
Tudo bem que você já viu a série toda na TV ou baixou todos os episódios via torrent, mas um box é sempre um box, não? Você pode começar ou completar sua coleção ou dar o box de presente para um amigo ou familiar e, ao mesmo tempo, ainda dar uma ajudinha básica a uma instituição que faz um trabalho maravilhoso e precisa de toda ajuda possível. E então, quem me ajuda a fazer essa boa ação?

This is not Porn

Descobri essa maravilha via twitter, indicado como um blog clássico pela @revistabula. São fotos raras, e normalmente belíssimas, de celebridades da música e do cinema.

Essa da Elizabeth Taylor é uma de minhas favoritas, ever.

Viciei perdidamente.

Enjoy: http://www.thisisnotporn.net/

O Moço da Poltrona

Por gostar de televisão passei a seguir no twitter o jornalista Ale Rocha (@alerocha ou http://alerocha.com/ ). Eu achava que iria obter dicas de episódios, links para críticas, finais alternativos, etc. Mas me surpreendi ao perceber que a própria história do especialista em TV transforrnou-se numa indesejada novela. Em 2005 ele foi diagnosticado com hipertensão pulmonar e o único tratamento é o transplante dos dois pulmões. Em alguns casos (como o do próprio Ale) o coração acaba enfraquecido e bombeia cada vez menos sangue para o corpo do paciente. Esta é a primeira vez que me vejo acompanhando “de perto” um caso parecido. O jornalista altera períodos de total “normalidade”, conversando, interagindo com seguidores e comentando programas e séries de TV, com momentos de enorme amargura, relatando noites sem dormir por causas das dores, a luta por remédios, a posição da fila do transplante e a angústia pelo futuro incerto. Ale se expõe sem medo. Fala do seu cotidiano, de sua família, do seu filho. É de cortar o coração. 
Falar de doação de órgãos não é simples. Para uma leiga, como eu, pior ainda. A imprensa normalmente só fala no assunto quando existe alguma comoção, um acidente grave ou alguma autoridade/celebridade envolvida. Pelo que entendo, se alguém quer ser doador de órgãos, não precisa de nenhuma burocracia. Basta que ele comunique a decisão à sua família e, em caso da ocorrência de morte encefálica (condição sine qua non: o cérebro morre e o coração continua batendo), iniciam-se imediatamente os procedimentos de coleta dos órgãos do doador. Diversos são os sites web afora que debatem a validade da política de doação/captação de órgãos adotada no Brasil. O percentual de recusa familiar também varia muito entre as fontes. Difícil saber sem uma pesquisa apurada. A pergunta base é, considerando nosso sistema de saúde, como confiar que todos os esforços foram realmente envidados para salvar aquele que amamos? Difícil também opinar sem vivenciar uma situação delicada como essa.
Na outra ponta, estão os quase 60.000 pacientes crônicos que esperam pelo transplante de algum órgão vital. Para eles o tempo flui em um ritmo diferente, totalmente único e particular. A fila, por via de regra, segue o critério cronológico de inscrição, independente da gravidade do estado de saúde de cada paciente. Quem me passou essa informação foi o próprio Ale pelo twitter. Hoje ele ocupa a 22ª posição na fila para o transplante pulmonar (onde só conseguiu ser inscrito em dezembro de 2009). 
Nem sei direito porque fiquei tão inquieta para escrever sobre isso. Talvez pelos desabafos do Ale. Talvez pela ilusão de que graças à internet temos o poder de mudar qualquer coisa, seja a consciência das pessoas ou a legislação pertinente, seja o nosso sistema de saúde. Talvez pelo meu próprio medo da morte. E acredito que muita gente evite falar nisso porque também tem medo da morte. Esse não é um assunto que eu tenha presenciado em nenhuma mesa de bar, por mais que tenha amigos maravilhosos e inteligentes. Você mesmo, quantas vezes você já refletiu sobre o assunto? Já conversou sobre isso com amigos? Com familiares? Já que respirei e parei para falar sobre isso, vou até o fim: eu sou doadora. E gostaria de ver um cenário que desse segurança para que mais pessoas pudessem também declarar-se doadoras e talvez atenuássemos o sofrimento de quem está na ponta frágil da fila do transplante.
Ao jovem jornalista, continuarei a acompanhar sua novela da vida real. O que mais me fascina em sua história? É que, por mais que desabafe, ele sempre termina demonstrando uma incomparável força. Ele vive um dia de cada vez. Sacode as poeiras de cada cada batalha pessoal e segue em frente. É admirável. Sigo aqui, torcendo pelo seu final feliz.
Em tempo:
  • A primeira de uma série de reportagens que o Fantástico fez com o Dr. Drauzio Varella sobre a fila do transplante.
  • O site da ADOTE – Aliança Brasileira pela Doação de Órgãos e Tecidos – muitos simples e objetivo.
  • O link para a Central de Transplantes através da Secretária de Saúde do Estado do Rio de Janeiro.
  • (Update 29/04) A comovente história da jovem canadense Eva Markvoort, aqui e aqui.

Aqui, ali e acolá

O Blog tá meio paradão mas eu não! Muita coisa nova acontecendo ao mesmo tempo. Por conta do novo emprego eu mudei de cidade. Meu Rio de Janeiro virou destino de fim de semana. Fui pro interior e ainda estou acertando meu ritmo com o da cidade. Ainda vivo um momento de improviso, com gaveteiros de plástico e uma arara no quarto. Mas a receptividade dos colegas de trabalho e de algumas outras pessoas por lá já me provaram que novos amigos de infância chegaram à minha vida e não vai demorar muito para eu me sentir em casa. E assim também acontece com minha vidinha virtual. O TeS não é mais meu único endereço. Além do @tudoemsimas, você me acha também palpitando no novíssimo Mulherada e no pé quente Magia Rubro-Negra. Apareçam, na Tijuca ou em Resende, no Twitter ou nos blogs, e fiquem à vontade. Mis casas, sus casas.
Outros cartões do Fábio você encontra aqui ó.

Cláudia Responde

Pode perguntar que respondo!
Vamos ver do que vocês são capazes.

 

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